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Caso Virginia: doenças que humanos podem transmitir ao beijar macacos na boca

Saiba os riscos à saúde que prática feita por Virginia Fonseca pode acarretar

Caso Virginia: doenças que humanos podem transmitir ao beijar macacos na boca -  (crédito: Reprodução/Instagram)
Caso Virginia: doenças que humanos podem transmitir ao beijar macacos na boca - (crédito: Reprodução/Instagram)

Um vídeo publicado por Virginia Fonseca nesta terça-feira (19) acabou provocando forte repercussão nas redes sociais.

Nas imagens, a influenciadora surge beijando um macaco na boca, atitude que gerou críticas e reacendeu discussões sobre os riscos sanitários envolvidos nesse tipo de contato entre humanos e primatas.

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Embora boa parte das reações tenha se concentrado nos perigos para as pessoas, especialistas destacam que os animais também podem sofrer consequências graves quando expostos à saliva humana.

Isso acontece porque seres humanos e macacos possuem grande semelhança genética, o que facilita a circulação de vírus, bactérias e outros micro-organismos entre as espécies.

Do lado humano, médicos alertam para a possibilidade de transmissão de doenças como herpes, hepatites, raiva, tuberculose, infecções bacterianas e enfermidades intestinais associadas a vírus e parasitas. Porém, o fluxo de transmissão pode ocorrer no sentido inverso.

Primatas podem ser contaminados por doenças carregadas por humanos, especialmente em situações de contato direto com secreções, como beijos ou proximidade excessiva.

Entre os principais riscos apontados por especialistas estão sarampo, gripe, tuberculose e outras infecções respiratórias.

O sarampo, inclusive, é tratado como uma ameaça importante para macacos mantidos em santuários, reservas e zoológicos, já que pode provocar surtos agressivos e até levar animais à morte.

Além disso, vírus presentes na saliva humana, como herpes simples, influenza, Covid-19 e agentes gastrointestinais, também podem atingir os primatas e comprometer a saúde dos animais.

Por esse motivo, profissionais ligados à saúde e à preservação animal não recomendam esse tipo de interação, mesmo quando ocorre em ambientes controlados.

 

 

 

 

 

 

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MM
postado em 20/05/2026 09:13
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