
A participante do Big Brother Brasil 26 que representa o Distrito Federal se viu no centro de uma polêmica logo no início do jogo. A advogada Jordana Morais se pronunciou após ser acusada de ter fraudado o sistema de cotas raciais em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), para os cargos de analista ou técnica judiciária. Na época, ela tinha 18 anos.
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Em nota, a equipe da sister afirmou que tomou conhecimento das acusações e destacou que, no Brasil, o IBGE “define como parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor ou raça, incluindo branca, preta e indígena”. Segundo o comunicado, “esse é o caso de Jordana”.
“Dentro desse contexto, não há qualquer irregularidade na inscrição de um candidato pardo pela cota racial”, afirmou a nota.
O posicionamento também ressalta que Jordana não assumiu nenhum cargo público relacionado ao concurso para o qual se inscreveu nas vagas destinadas a pessoas pretas e pardas.
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Leia a nota na íntegra:

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