Janeiro de 2026 promete movimentar os fãs de teledramaturgia da Globo. De um lado, a emissora aposta em uma novela inédita para renovar a faixa das 19h. Do outro, o Globoplay amplia o acesso ao seu acervo e resgata obras raras que marcaram diferentes fases da televisão brasileira.
Assim, o mês combina novidade, memória e diversidade de estilos. Há espaço para romance contemporâneo, tramas de vingança, experimentação artística e grandes narrativas históricas. A seguir, confira os lançamentos e reprises imperdíveis que estreiam neste mês.
Fera Radical
O Globoplay abre o mês com um clássico de Walther Negrão, exibido originalmente em 1988. A trama acompanha Cláudia, papel de Malu Mader, que retorna à cidade onde cresceu após testemunhar uma tragédia familiar na infância. Aos poucos, ela enfrenta o passado, busca justiça e se envolve em um romance marcado por conflitos. A novela equilibra emoção, suspense e melodrama. Estreia no Globoplay em 5 de janeiro de 2026.
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Coração Acelerado
A nova novela das 7 estreia na TV Globo em 12 de janeiro de 2026 trazendo música e romance como fio condutor. Escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, a história apresenta Agrado Garcia, vivida por Isadora Cruz, uma cantora talentosa que luta por espaço no cenário musical. Seu caminho cruza com o do astro João Raul, interpretado por Filipe Bragança. No entanto, o envolvimento desperta a fúria da influenciadora Naiane, papel de Isabelle Drummond, e transforma o sonho da protagonista em um desafio ainda maior.
Nina
No mesmo dia, o Globoplay resgata uma das novelas mais enigmáticas da história da emissora. Exibida em 1977 na faixa das 22h, a produção surge em um período de intensa experimentação artística. Com poucos registros oficiais, a obra desperta curiosidade justamente por seu caráter quase inédito e por representar uma fase ousada da dramaturgia da Globo.
Feijão Maravilha
Encerrando o mês, o Globoplay disponibiliza em 26 de janeiro de 2026, a novela de Bráulio Pedroso, exibida originalmente em 1978. A obra se destaca pelo humor, pela musicalidade e pela linguagem inovadora. Pouco reprisada ao longo das décadas, a produção retorna como um registro valioso de uma época em que a Globo experimentava novos formatos narrativos.
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