
Claudio Nucci sobe ao palco do Complexo Cultural Clube do Choro neste sábado (20/6), com o show Quem tem a viola, uma turnê que percorre diferentes capítulos de sua trajetória na música brasileira. O repertório reúne composições marcantes da carreira, como Quem tem a viola, Toada, Quero quero e Sapato velho, além de canções que ajudam a contar a história de um dos fundadores do Boca Livre. Entre sucessos populares e obras menos difundidas, o artista propõe um encontro entre memória e celebração.
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Ao revisitar músicas que atravessaram gerações, Nucci destaca a emoção de perceber que suas composições continuam encontrando espaço no coração do público. "É sempre bom cantar essas músicas, compartilhar isso com as pessoas e perceber que todos nós mudamos, passamos por várias fases e elas continuam aí, tocando corações e impulsionando os momentos ao vivo", comenta Claudio Nucci. Para ele, a permanência dessas canções representa uma recompensa inesperada do ofício de compositor e reforça a gratidão por ter participado da construção de obras que seguem ganhando novos significados ao longo do tempo.
O show presta homenagem a nomes fundamentais da música brasileira, como Chico Buarque, Milton Nascimento, Edu Lobo, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Referências desde a adolescência, esses compositores influenciaram diretamente a formação artística de Claudio por meio das melodias, harmonias, ritmos e poesias que ajudaram a moldar sua identidade musical. "Eu os ouço desde a adolescência e tenho um afeto especial por cada um. Todos esses mestres já trazem elementos dos esteios da música brasileira nas suas obras, mas foram eles que me influenciaram diretamente", conta Claudio Nucci.
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Com voz, violão de cordas de aço e o apoio vocal da cantora Dri Gonçalves, Claudio Nucci promete uma apresentação marcada pela proximidade e pela entrega. O artista acredita que a música popular brasileira continua em constante renovação, impulsionada por novas gerações dispostas a dialogar com diferentes estilos e tradições. Em Brasília, o público pode esperar uma noite de celebração, encontros e histórias compartilhadas por meio da música. " Estar no palco e compartilhar essa história de décadas com as pessoas, é especial. Sempre me senti muito bem nessa cidade!", afirma Claudio.
*Estagiária sob a supervisão de Severino Francisco

Diversão e Arte
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