W3 | A AVENIDA DE BRASÍLIA
Afetos, memórias e resistência na W3, a avenida de Brasília
A W3 é diferente, porque tem a cara de Brasília. E da Brasília de 66 anos, completados neste 21 de abril - com as mesmas alegrias e os mesmos desafios
W3 | A AVENIDA DE BRASÍLIA
A W3 é diferente, porque tem a cara de Brasília. E da Brasília de 66 anos, completados neste 21 de abril - com as mesmas alegrias e os mesmos desafios
Pelos eixos W e L circulam os carros, ônibus, motos e caminhões que fazem rodar a capital. Mas foi a W3 que, de Sul a Norte, imprimiu ritmo e vida a Brasília. Parte do plano original de Lucio Costa para a cidade, a avenida ganhou seus próprios contornos, como previa o urbanista que desenhou a capital.
Em seu auge, nos anos 1970 e 1980, a W3 tinha tudo para chegar ao patamar de uma 'Broadway candanga'. Alguns a comparam com a Champs-Élysées, a luxuosa avenida parisiense.
Mas a verdade é que a W-3 (era assim que se escrevia originalmente) superou esses dois modelos. Não se trata de ser melhor ou pior. A W3 é diferente, porque tem a cara de Brasília. E da Brasília de 66 anos, completados neste 21 de abril - com as mesmas alegrias e os mesmos desafios.
Quem fincou raízes ali nos primeiros anos, guarda com carinho as lembranças. É o caso de Hely, dono da Pioneira da Borracha, ao 100 anos de idade, ou da herdeira do Restaurante Roma, Angela Pitel.
Arquitetos inspirados na história de Brasília criam projetos de casas de alto padrão, que resgatam o espaço compartilhado das calçadas e se avizinham de outras construções tradicionais ocupadas por pioneiros.
O som persiste sob o solo que já viu desfilar vários carnavais; as preces ecoam sob diversas matrizes religiosas; os espaços públicos marcam presença para manter viva não só a tradição, mas também o alicerce para o futuro da avenida que ocupa o coração de Brasília.
Nesses especial interativo você navega por reportagens produzidas a partir do acervo do Correio, guardado pelo Centro de Documentação, e também por análises, artigos, depoimentos e dezenas de entrevistas com quem vive e respira os ares da W3 até hoje.
Confira abaixo as primeiras reportagens produzidas e assista também o mini documentário. Boa leitura!