
O Real Madrid enviou nesta quinta-feira (19/2) todas as provas à Uefa sobre os casos de racismo contra Vini Jr no jogo contra o Benfica, na última terça (17), em Lisboa, pela Liga dos Campeões. Dessa forma, o clube espanhol colaborou ativamente com a investigação aberta pela entidade europeia e manifestou apoio ao camisa 7.
"O Real Madrid agradece o apoio unânime, o carinho e o afeto que o nosso jogador Vinicius Jr. tem recebido de todos os setores do futebol mundial. O Real Madrid continuará trabalhando, em colaboração com todas as instituições, para erradicar o racismo, a violência e o ódio no esporte e na sociedade", disse o clube em nota oficial.
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Após marcar o gol da vitória do Real Madrid sobre o Benfica, Vini Jr foi alvo de racismo. Tudo começou após o gol marcado pelo camisa 7. Na comemoração, o brasileiro dançou em frente a bandeira de escanteio, que tem o escudo do clube português. Dessa forma, jogadores e torcedores interpretaram como uma provocação. Assim, houve discussões.
Após a confusão inicial, Vini Jr recebeu cartão amarelo pela comemoração. O jogo estava prestes a reiniciar, quando o atacante argentino Gianluca Prestianni teria chamado o camisa 7 de "mono" (macaco, em espanhol). Dessa forma, o brasileiro imediatamente correu na direção do árbitro François Letexier, que acionou o protocolo antirracismo.
O jogo ficou paralisado por cerca de dez minutos antes de recomeçar. Na análise das imagens, não foi possível identificar as palavras de Prestianni, que colocou a camisa em frente a boca. O caso foi relatado na súmula para uma nova investigação da Uefa.

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