
A reta final da gravidez de Juliana Merhy passou a incluir uma nova disputa judicial com o ex-zagueiro Gil Baloi. À espera de Giovanni, fruto da relação com o ex-zagueiro, ela agora está impedida de citar o nome do jogador ou comentar o caso publicamente, após decisão da Justiça obtida por ele em um processo que segue em segredo.
Na ação, além da restrição concedida, o ex-jogador com passagens por Corinthians e Santos também solicita indenização por danos morais. A medida atinge diretamente a forma como a influenciadora abordava o contexto da gestação publicamente, visto que não poderá mais abordar sobre o caso devido à concessão da liminar.
Enquanto o processo avança, informações do Jornal Extra apontam que Merhy tem assumido sozinha despesas relacionadas à gravidez. Os custos em questão envolvem consultas pré-natais, exames, medicamentos e o enxoval do bebê.
Declarações e confirmação de paternidade
A influenciadora fez, durantes os últimos meses, uma série de relatos sobre o abandono por parte do ex-zagueiro durante a gestação. Nesse ínterim, também confirmou a paternidade de Gil por meio de exame de DNA.
"Após ser informado que seria pai em agosto (ano passado), em setembro ele veio na minha casa no RJ e fingiu aceitar a gestação. Colocou a mão na minha barriga, perguntou se nosso filho chutava e conversamos sobre o nome do bebê. Ele até viu os exames do filho", e prosseguiu:
"Depois que voltou para São Paulo fingiu que o filho não era dele. Difícil acreditar em uma pessoa de quase 40 anos que cada dia age de uma forma", desabafou nas redes sociais.
O casal já havia se relacionado anteriormente, mas, segundo Juliana, voltaram a se envolver em 2025 período em que o ex-jogador já mantinha relação com a ex-BBB Elana Valenaria. Ainda de acordo com Merhy, ela não sabia do relacionamento deles à época.
Boletim de ocorrência contra Gil Baloi
O caso também teve desdobramento fora da esfera cível. Em 21 de dezembro, a influenciadora procurou a Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, para registrar um boletim de ocorrência contra o pai da criança.
No documento, divulgado pelo Jornal Extra, ela detalhou a dinâmica da relação. Acompanhada do advogado Leonardo Militerno, Juliana prestou depoimento sobre a negligência do ex-jogador pouco depois de ser comunicado sobre a gravidez. O relato indica que ele a "teria pressionado para ingerir medicamentos abortivos ou a procurar uma clínica especializada para o procedimento".

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