Nesta sexta-feira (15/5), às 20h30, o Ginásio Nilson Nelson se torna o palco do capítulo decisivo de um embate entre as maiores linhagens do Novo Basquete Brasil (NBB). O Flamengo, detentor da maior galeria de troféus, com sete conquistas; e o Brasília, o terceiro maior campeão da história, com três títulos, levam a série das quartas de final ao jogo cinco.
Entre o peso da tradição brasiliense e a hegemonia rubro-negra, resta apenas o fôlego final de uma disputa que não aceitou atalhos, na qual o destino de duas camisas pesadas será decidido na última bola.
"Playoff é detalhe, concentração e capacidade de ajuste. A gente sabe que precisa melhorar defensivamente e diminuir o volume de jogo deles, principalmente nas situações de transição e nas bolas de três pontos. Fizemos uma boa série até aqui e temos totais condições de buscar essa classificação", afirmou o treinador do Brasília, Dedé Barbosa.
Um jogo cinco entre Brasília e Flamengo pode parecer apenas mais uma etapa dos playoffs, mas o histórico entre as duas franquias é monumental. Na edição inaugural do NBB (2008/2009), as equipes decidiram o título em uma série eletrizante, vencida pelos rubro-negros justamente no quinto confronto. Na temporada seguinte, o roteiro se repetiu com a mesma dramaticidade, mas, desta vez, com o Brasília dando o troco e erguendo a taça.
Nesta temporada, o Nilson Nelson se tornou o palco de recordes sucessivos de público no confronto. O primeiro encontro, na fase regular, registrou a vitória da equipe candanga sob o olhar de mais de 7 mil torcedores. No duelo seguinte, na primeira partida da série das quartas de final, os extraterrestres ganharam diante de um público de 8.397 pessoas. A marca foi superada na quarta-feira. Diante de 11.637 presentes, o rubro-negro forçou o jogo decisivo.
O quinto jogo entre Brasília e Flamengo também traz um duelo particular de armadores. A criação de jogadas fica sob a responsabilidade de talentos estrangeiros. Enquanto o argentino Facundo Corvalán comanda as ações pelo Brasília, o compatriota Franco Baralle é o responsável por ditar o ritmo rubro-negro.
Em retrospecto de quintos jogos decisivos, o Flamengo leva vantagem. Das 11 vezes em que disputou uma partida decisiva de playoffs, saiu vitorioso em sete e foi derrotado em quatro. Já o Brasília apresenta um histórico equilibrado: duas vitórias e duas derrotas.
*Estagiário sob a supervisão de Danilo Queiroz
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