FUTEBOL

Racha na Série A: saiba por que cinco clubes se calam sobre as bets

Enquanto a maioria se une para defender o mercado regulado de bets, uma minoria sem patrocínio do setor opta pelo silêncio; entenda os motivos

O campo de futebol, cenário de debates sobre patrocínios de casas de apostas e receitas essenciais para clubes -  (crédito: Lívia Villas Boas/CBF)
O campo de futebol, cenário de debates sobre patrocínios de casas de apostas e receitas essenciais para clubes - (crédito: Lívia Villas Boas/CBF)

Um grupo de cinco clubes da Série A do Campeonato Brasileiro não participou da campanha em defesa da manutenção do mercado regulado de apostas esportivas no país. A minoria optou pelo silêncio enquanto os demais times se uniram em uma manifestação conjunta.

Os clubes que não aderiram ao movimento são:

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  • Athletico-PR

  • Bahia

  • Coritiba

  • Internacional

  • Remo

O que une essas cinco equipes é o fato de não terem patrocínio de empresas de apostas. Os outros times da Série A divulgaram uma nota de apoio em reação à possibilidade de o governo federal proibir os jogos on-line por meio de uma medida provisória.

Na nota, os clubes afirmam entender a preocupação do governo com a população mais vulnerável. Defendem “medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável”.

Clubes destacam importância das bets

A manifestação ressalta que o investimento de empresas de apostas autorizadas se tornou uma das principais fontes de receita do esporte brasileiro nos últimos anos. Segundo os times, esse aporte financeiro impulsionou o futebol nacional.

O texto aponta que o investimento permitiu o domínio no cenário sul-americano em competições como a Libertadores e a Sul-Americana, além de colocar os clubes brasileiros em posição de protagonismo. Equipes menores também teriam sido beneficiadas, o que contribuiu para uma maior estruturação do futebol.

Os clubes demonstram preocupação com uma possível mudança repentina nas regras do setor. Eles argumentam que a alteração reduziria a capacidade de investimento e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos, planejamentos e compromissos financeiros foram estabelecidos com base no marco regulatório construído pelo próprio Estado.

Com informações do No Ataque

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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postado em 18/09/2026 15:01 / atualizado em 18/09/2026 15:01
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