A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, celebrou o avanço da instituição no ranking internacional divulgado nesta segunda-feira (1º/6) pelo Center for World University Rankings (CWUR) 2026. Contrariando uma tendência nacional de queda, a universidade subiu duas posições no levantamento, passando da 833ª para a 831ª colocação. A instituição ainda se manteve no 11º lugar entre as universidades do país.
Para a reitora, o bom desempenho está diretamente ligado ao trabalho desenvolvido na universidade e ao investimento em políticas acadêmicas. “Avançar da posição 833 para 831 entre mais de 21 mil universidades avaliadas no mundo e manter a 11ª posição entre as universidades brasileiras é produto do trabalho de excelência desenvolvido pelos pesquisadores da UnB e, também, do investimento que vem sendo feito em políticas de ensino, pesquisa e inovação”, afirmou a reitora ao Correio.
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Segundo Rozana, o avanço também expressa a resiliência da universidade pública e seu compromisso com a transformação social por meio do conhecimento. A reitora ressalta ainda que o desempenho reforça a necessidade de políticas públicas mais estáveis para o setor científico.
“Esse resultado é uma demonstração da relevância e da resiliência de uma instituição pública comprometida com a transformação social e revela a necessidade, cada vez maior, de as políticas públicas promoverem previsibilidade para o desenvolvimento científico e tecnológico do país”, ressaltou a docente.
A posição da UnB contrasta com a tendência observada entre as universidades brasileiras no CWUR 2026. Das 52 instituições do país listadas entre as duas mil melhores do mundo, 45 perderam posições. Nesse contexto, a UnB faz parte de um restrito grupo de apenas cinco instituições no país que conseguiram melhorar seu desempenho no levantamento.
Mesmo permanecendo como a universidade mais bem colocada do Brasil e da América Latina, a Universidade de São Paulo (USP) registrou uma pequena queda, passando da 118ª para a 119ª posição. A segunda colocada no país, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), teve recuo mais expressivo, perdendo 15 posições e caindo do 331º para o 346º lugar.
