
María Corina Machado se manifestou pela primeira vez após os ataques a Venezuela na madrugada deste sábado (3/1). O país foi alvo de um ataque militar realizado pelos Estados Unidos, marcado por explosões e bombardeios em Caracas e outras regiões do país.
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A líder da oposição venezuelana divulgou uma mensagem nas redes sociais na qual afirmou que o país está vivendo um “momento decisivo” e convocou a população a agir em prol da transição democrática e da liberdade dos venezuelanos.
Na declaração, María Corina saudou o que chamou de “hora da liberdade” e citou a captura de Maduro como um ponto de inflexão histórico. Ela destacou a necessidade de restabelecer a soberania popular e nacional, defender a libertação de presos políticos e fortalecer processos que conduzam a uma nova etapa política no país, em conformidade com seus princípios de oposição ao governo anterior.
"Chegou a hora de a soberania popular e a soberania acional regerem nosso país. Vamos colocar ordem, libertar os presos políticos, construir um país excepcional e trazer nossos filhos de volta para casa", afirmou na mensagem.
A líder também reafirmou a posição da oposição de que Edmundo González Urrutia seria o presidente constitucionalmente eleito e deve assumir a chefia do Executivo e das Forças Armadas, apelando para que oficiais e soldados o reconheçam como comandante-em-chefe.
"Esta é a hora dos cidadãos. Os que arriscamos tudo pela democracia em 28 de julho. Os que elegemos Edmundo González Urrutia como legítimo presidente da Venezuela, que deve assumir imediatamente seu mandato constitucional e ser reconhecido como comandante em chefe da Força Armada Nacional por todos os oficiais e soldados que a integram. Hoje estamos preparados para fazer valer nosso mandato e tomar o poder. Permaneçamos vigilantes, ativos e organizados até que se concretize a transição democrática. Uma transição que precisa de todos."
María Corina concluiu a mensagem chamando tanto venezuelanos dentro do país quanto no exterior a permanecerem organizados, vigilantes e engajados até que uma transição democrática seja consolidada.
Leia a mensagem na íntegra:
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