
Quase quatro décadas após assumir o posto mais alto da República Islâmica, o aiatolá Ali Khamenei morreu em meio à ofensiva militar envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. A informação foi confirmada neste sábado (28/2) pela mídia estatal iraniana, após ter sido antecipada pelo presidente norte-americano, Donald Trump.
Anteriormente, Trump usou a rede Truth Social para afirmar que o líder supremo iraniano foi atingido em um bombardeio conduzido com apoio de inteligência americana e israelense. Segundo o republicano, Khamenei não teve como escapar dos sistemas de rastreamento.
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Na mesma publicação, o presidente dos EUA declarou: “Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”.
Apesar da divulgação pela imprensa estatal, o governo iraniano não havia confirmado oficialmente a morte de Khamenei. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, declarara à ABC News que Khamenei estaria “são e salvo.”
- Leia também: Iranianos comemoram anúncio da morte de Khamenei
Trump ainda afirmou que os ataques ao território iraniano continuarão até que se alcance “paz no Oriente Médio e no mundo”. "Este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país. Estamos ouvindo que muitos integrantes da Guarda Revolucionária (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e polícia já não querem lutar e estão buscando imunidade de nossa parte", escreveu.
Em Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que havia indícios da morte de Khamenei e afirmou que forças israelenses destruíram um complexo utilizado pelo líder supremo.

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