ORIENTE MÉDIO

Trump garante poder ofensivo dos EUA contra Irã: 'Tempo que for necessário'

Presidente dos EUA afirma que ofensiva contra o Irã pode se estender por até um mês, mas sustenta que operações estão "à frente do cronograma"

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (2/3), durante a cerimônia da Medalha de Honra da Casa Branca que a guerra contra o Irã pode durar quatro ou cinco semanas. Segundo ele, o país tem capacidade militar para manter a ofensiva pelo tempo que for necessário. “Leve o tempo que levar, quatro ou cinco semanas, nós temos a capacidade de durar o quanto for necessário”, declarou durante entrevista. Ainda de acordo com o presidente, as operações estão “muito à frente do cronograma”.

Trump disse que uma missão voltada a atingir a liderança militar adversária estava prevista para durar quatro semanas, mas foi concluída em uma hora. “Muito à frente do nosso cronograma”, reiterou.

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Ao comentar a possibilidade de o conflito se estender por várias semanas, respondeu a críticas veiculadas na imprensa. “Eu não fico entediado”, afirmou.

O presidente também declarou que os Estados Unidos estão “aniquilando” a marinha do Irã. “Nós já afundamos 10 embarcações, que agora estão no fundo do mar”, disse. Ele acrescentou que o objetivo é garantir que o país “nunca tenha armas nucleares”.

Durante a coletiva, Trump lamentou a morte de quatro militares norte-americanos. “Em memória deles, continuaremos essa missão com ferocidade e acabaremos com essa ameaça terrorista imposta ao povo americano”, afirmou.

Ele também citou a morte do general Qassem Soleimani, ocorrida em operação anterior. “Nós matamos o general Soleimani, que era o pai desse tipo de ataque via estradas. Foi para a nossa segurança e agora acabamos com essas ameaças intoleráveis”, declarou.

Trump acrescentou que acreditava haver um acordo com o Irã e que considerava que “estava tudo certo”. “O regime iraniano não pode continuar a financiar ações terroristas em outros lugares”, disse.

Familiares dos militares mortos participaram da coletiva e foram homenageados pelo presidente, que voltou a defender a continuidade das ações militares.

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