
Trechos no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizaram, nesta quita-feira (8/1), que vetaria o projeto de lei da Dosimetria a condenados pelos atos golpistas no 8 de janeiro de 2023. Suas falas foram realizadas durante durante a cerimônia no Palácio do Planalto em referência ao 8 de janeiro.
"A democracia tem de ser zelada com carinho e defendida com unas e dentes", afirmou Lula, diante de uma plateia repleta de parlamentares e governadores aliados do petista. Em seu discurso em prol da democracia, Lula acrescentou que o 8 de janeiro ficará marcado como o "dia da vitória da democracia brasileira".
Após suas falas, o presidente retornou ao púlopito para vetar integralmente o pl da dosimetria. Ao assinar o veto, Lula apareceu na área externa do Palácio do Planalto, onde foi recebido sob aplausos e palavras de ordem que diziam "sem anistia".
Alckmin e Lewandowski também sinalizaram a veto da dosimetria
Os ministros da Justiça, Ricardo Lewandowski, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Seerviços, o vice-presidente Geraldo AAlckmin, também sinalizaram a um veto presidencial do PL da Dosimetria.
"Aqueles que romperam com a democracia e cometeram crime devem sofrer o rigor da lei a e da história ", afirmou Alckmin, destacando que Lula tem sido "firme frente às questoes relacionadas à tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023".
Já Lewandowski, em seu discurso antes de Lula vetar integralmente o pl da dosimetria, destacou que os crimes "cometidos contra o estado de direito" não devem ser contemplados com indulto, graça ou anistia.
"Os crimes cometidos contra o estado democrático de direito, como muitos daqueles do 8 de janeiro, sã impassíveis de indulto, graça ou anistia, sobretudo quando envolvem grupos civis e militares armados", discursou.
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