
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), reagiram nesta quinta-feira (2/4) a um relatório produzido pelo governo dos Estados Unidos que aponta o sistema de pagamentos Pix como uma das barreiras impostas pelo Brasil ao comércio exterior, na avaliação dos norte-americanos.
Para Lula, nenhum país e nem "ninguém" vai alterar o funcionamento do método instantâneo de pagamento criado no Brasil. "O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudá-lo pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira. O que nós podemos fazer é aprimorar o Pix, para que cada vez mais ele possa atender a necessidade de mulheres e homens deste país", defendeu durante visita às obras do VLT, em Salvador.
O documento em questão trata-se de um estudo publicado na última terça-feira (31/3) pelo escritório de representação comercial da Casa Branca (USTR). No manifesto, os EUA apontam preocupação sobre a hipótese de o Banco Central brasileiro — detentor do pix — em conceder "tratamento preferencial ao pix, que prejudica os fornecedores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA".
As críticas de Washington, na avaliação do vice-presidente Geraldo Alckmin, não geram preocupações para o Brasil porque o Pix é capaz de entregar pagamento instatâneo a custo zero. "O Pix é um sucesso, Você tem uma coisa que o mundo inteiro hoje acompanha. Observa custo zero para o contribuinte, para o consumidor e utilizando os meios digitais de forma impressionante. Você apertou ali já tá feito o depósito", destacou.
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