
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu desculpas após ter feito uma comparação citando o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema.
Ao justificar a inclusão de Zema no inquérito das fakes news, o ministro usou como exemplo uma situação que ele não iria gostar e disse: "Imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo?".
Gilmar declarou em postagem da rede social X que errou. "Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema", disse Gilmar Mendes. "Desculpo-me pelo erro. E reitero o que está certo", concluiu.
Há uma indústria de difamação e de acusações caluniosas contra o Supremo. Vou enfrentá-la.
— Gilmar Mendes (@gilmarmendes) April 24, 2026
E não tenho receio de reconhecer um erro. Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema.
Desculpo-me pelo…
Mais cedo, o decano foi entrevistado pelas jornalistas Ana Maria Campos e Denise Rothenburg no CB.Poder, e falou sobre as críticas direcionadas à Corte. "Os ataques contra o Supremo Tribunal Federal, e essa foi uma das causas do inquérito (das Fake news), eles recrudesceram, decidiram medir forças, estão atacando", disse Gilmar.
À relação entre Zema e Gilmar Mendes esquentou, após o ex-governador publicar um vídeo nas redes sociais, em que fantoches representando Mendes e Dias Toffoli conversam sobre o caso do Banco Master.
A publicação não agradou e Mendes solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, que é relator do inquérito das fakes News, que incluísse o nome de Zema no processo.

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