
O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou que, se eleito, pretende receber um relatório sobre os processos dos atos de 8 de Janeiro na primeira semana de governo. A intenção é revisar os casos individualmente. Ele também defende que a "grande maioria" dos presos deveria estar em liberdade.
"Na primeira semana que eu estiver no governo, se a sociedade brasileira me escolher, eu quero um relatório de tudo", disse o candidato durante sabatina da Jovem Pan nesta segunda-feira (7/9). "Ninguém fica para trás que foi injustiçado."
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Ao ser questionado, Cury confirmou que faria uma análise de cada caso e considera necessário rever penas que avalia como excessivas. "A grande maioria tem que estar fora", declarou sobre as pessoas que permanecem presas ou sob medidas de restrição.
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O presidenciável ainda mencionou a discussão sobre a dosimetria das penas. Segundo ele, advogados deveriam provocar o Judiciário para buscar a revisão de condenações consideradas altas.
Sobre a caracterização dos atos, Cury afirmou que, para alguns analistas, houve intenção de golpe, mas não sua materialização. Ele citou o ex-ministro José Múcio e outros juristas como referências para essa avaliação, sem detalhar os pareceres.
Cury também relatou que conversou no domingo (6/9), com Paulinho da Força e com o ex-presidente Michel Temer. No entanto, não especificou na entrevista se os processos do 8 de Janeiro foram o tema dos encontros.
Com informações da Agência Estado
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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