
O deputado federal André Janones (Rede-MG), reeleito para o terceiro mandato, afirmou que a vitória de Cleitinho Azevedo (Republicanos) para o governo de Minas Gerais pode representar uma alternativa à polarização política que marca o cenário nacional. Cleitinho foi eleito no primeiro turno das Eleições 2026. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato do Republicanos recebeu 6.321.351 votos, correspondentes a 55,40% dos votos válidos.
Em publicação nas redes sociais após o resultado da eleição, Janones apresentou o governador eleito como uma liderança capaz de transitar por pautas tradicionalmente identificadas tanto com a esquerda quanto com a direita. Para o deputado, Cleitinho representa uma política voltada para questões concretas do cotidiano da população.
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Na avaliação expressa por Janones, Cleitinho poderia ser associado a uma “esquerda popular” por defender temas como emprego, salário, alimentação e dignidade. Ao mesmo tempo, o deputado cita posições do governador eleito relacionadas à direita, como a oposição ao aborto, a defesa de menores impostos para quem trabalha e a valorização da família e da fé.
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Janones também afirma que Cleitinho foi subestimado por setores da elite política em razão de sua linguagem direta e de sua origem humilde. Para o deputado, o resultado das urnas mostra a busca do eleitor por respostas para problemas cotidianos, acima das divisões ideológicas.
A manifestação sobre o resultado da eleição estadual ocorreu no mesmo contexto em que Janones garantiu sua permanência na Câmara dos Deputados. Reeleito em Minas Gerais, o parlamentar exercerá seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal. A publicação sobre Cleitinho, portanto, ocorre após os dois políticos saírem das urnas com novos mandatos para os próximos anos.
Ao tratar da vitória do republicano, Janones não se limita a reconhecer o resultado eleitoral. O deputado questiona a prioridade dada pela esquerda a determinadas pautas e afirma que seria necessário voltar a concentrar o discurso nos problemas cotidianos da população. “Se a gente deixasse de falar de terras raras, de soberania, de bosta de agenda woke e etc, e voltássemos a falar pro povo, igual ele, talvez o cenário ontem teria sido outro”, escreveu Janones.
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