O café e o guaraná são duas bebidas populares no Brasil, ambas conhecidas pelo efeito estimulante devido à presença de cafeína. Enquanto o café é consumido principalmente em forma líquida, o guaraná pode ser encontrado em pó ou cápsulas, oferecendo doses mais concentradas da substância
ReproduçãoSegundo a nutricionista Ana Clara da Cruz Silva, a recomendação da U.S. Food and Drug Administration é de até 400 mg de cafeína por dia para adultos saudáveis. Isso equivale a cerca de três a cinco xícaras de café, dependendo da concentração. Grupos como gestantes, adolescentes e pessoas sensíveis à cafeína devem consumir menos
ReproduçãoUma xícara de 200 ml de café contém entre 80 e 100 mg de cafeína, variando conforme o grão e o preparo. Já o guaraná em pó pode ter 2% a 5% de cafeína, o que significa que pequenas quantidades podem fornecer doses elevadas. Por isso, o consumo de guaraná natural exige atenção redobrada
ReproduçãoA cafeína bloqueia receptores de adenosina, prolongando o estado de alerta. Estudos mostram que ingerir cafeína até seis horas antes de dormir pode prejudicar o sono em pessoas sensíveis. O excesso também pode causar ansiedade, irritabilidade e agitação
ReproduçãoA cafeína pode aumentar temporariamente a pressão arterial e a frequência cardíaca, devido ao efeito vasoconstritor e à liberação de adrenalina. Pessoas com doenças cardiovasculares, como arritmias, devem consumir café e guaraná com cautela
ReproduçãoO guaraná natural, em pó ou cápsulas, concentra cafeína e compostos bioativos. Já os refrigerantes de guaraná são ultraprocessados e contêm mais açúcar ou adoçantes do que cafeína. O consumo frequente desses produtos está mais associado ao excesso de açúcar do que ao efeito estimulante
Reprodução/FreepikA nutricionista reforça que tanto o café quanto o guaraná podem fazer parte da rotina alimentar, desde que consumidos com moderação. O café oferece uma dose mais previsível de cafeína, enquanto o guaraná pode ser mais concentrado. Observar sinais do corpo, como insônia ou palpitações, é essencial para ajustar o consumo e manter o equilíbrio
Reprodução*Estagiária sob supervisão de Ronayre Nunes