Com o início da Copa do Mundo de 2026, sediada por Estados Unidos, México e Canadá, as atenções se voltam para as seleções que despontam como favoritas ao título. O cenário coloca três potências em destaque: Brasil, Argentina e França, cada uma com seus trunfos e desafios para o maior torneio de futebol do planeta.
A Argentina, atual campeã mundial, chega com a força de um elenco consolidado e ainda sob a liderança de Lionel Messi. A base que conquistou o título no Catar segue forte e entrosada, o que garante à equipe uma vantagem inicial na corrida pelo troféu.
Já a França se destaca pela impressionante profundidade de seu elenco. Com Kylian Mbappé como principal estrela, os franceses têm uma geração de talentos que parece inesgotável, mantendo a seleção consistentemente no topo. A experiência de chegar às duas últimas finais de Copa pesa a seu favor.
O Brasil, por sua vez, aposta na renovação e no brilho de jovens estrelas como Vini Jr., Rodrygo e Endrick. A busca pelo hexacampeonato passa pela capacidade de transformar o talento individual em um desempenho coletivo sólido e regular, um desafio constante para a seleção nos últimos anos.
Quem corre por fora pelo título
Além do trio principal, outras seleções europeias demonstram força para brigar pelo título. A Inglaterra conta com uma geração talentosa, liderada por nomes como Jude Bellingham e Harry Kane, e busca capitalizar a experiência adquirida nos últimos torneios para finalmente conquistar um troféu importante.
A Espanha, com seu estilo de jogo característico de posse de bola, também se apresenta como uma candidata. A equipe passa por um processo de renovação, mas já mostra um grande potencial com jovens jogadores que atuam nos principais clubes do mundo.
Portugal e Alemanha correm por fora, mas nunca podem ser descartados. Os portugueses têm um elenco recheado de estrelas, enquanto os alemães são conhecidos por sua força e disciplina tática em grandes competições. O novo formato do torneio, com 48 seleções, também pode abrir espaço para surpresas, tornando a disputa ainda mais imprevisível.









