Fotos mostram jaqueta retirada em exumação dos Mamonas intacta
Peça com bandeira do Brasil foi encontrada intacta sobre o caixão dos integrantes durante exumação em Guarulhos
Sucesso dos Mamonas Assassinas foi interrompido por acidente trágico em 2 de março de 1996 - (crédito: Facebook Mamonas Assassinas)
Fotos obtidas pelo Correio revelam a jaqueta encontrada no caixão dos integrantes dos Mamonas Assassinas. A peça foi localizada intacta durante a exumação realizada no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Grande São Paulo, 30 anos após a morte dos integrantes da banda.
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Pelas imagens, é possível perceber que a jaqueta está com a cor desbotada e traz a bandeira do Brasil na parte frontal. Já nas costas, aparecem o símbolo e o nome característicos da identidade visual da banda.
As imagens mostram que a jaqueta permaneceu preservada desde o enterro do cantor, em 1996. Segundo o CEO da marca Mamonas, Jorge Santana, o item foi colocado sobre o caixão no dia da despedida. “A jaqueta foi colocada em cima do caixão, alguém da equipe colocou por cima do caixão e ficou lá por 30 anos”, afirmou ao Correio.
De acordo com Santana, a peça passará a integrar o acervo do Museu da Faculdade FIG Centro Universitário FIG-Unimesp, em Guarulhos.
Os músicos Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em 2 de março de 1996, em um acidente de avião na Serra da Cantareira, na Zona Norte da capital paulista. Três décadas após a tragédia, os corpos foram exumados para que as cinzas sejam depositadas em árvores nativas em um memorial ecológico que será aberto à visitação pública. Ainda não há data divulgada para a inauguração.
A jaqueta surpreendeu a todos por ter continuado intacta após 30 anos enterrada.
(foto: Cedido ao Correio )
Peça traz a bandeira do Brasil na frente e o símbolo da banda nas costas.
(foto: Cedido ao Correio)
Quem foram os Mamonas Assassinas
Os músicos Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em 2 de março de 1996, após a queda do avião em que viajavam na Serra da Cantareira, na Zona Norte de São Paulo.
Trinta anos após a tragédia, os corpos foram exumados para que as cinzas sejam depositadas aos pés de árvores nativas, em um memorial ecológico que será aberto ao público. A data de inauguração ainda não foi divulgada.
Jornalista formada pela UnB, com passagens pela Secretaria de Segurança Pública do DF, pelo Instituto Federal de Brasília (IFB) e pela Máquina CW. Entusiasta nas áreas de cultura, educação e redes sociais, integra a equipe do CB-Online.