
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em parceria com o Deliberative Democracy Lab da Universidade de Stanford e o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), deu início a uma pesquisa científica para mapear os impactos, desafios e oportunidades da inteligência artificial (IA) no exercício da advocacia em todo o Brasil.
O estudo é o pilar central do Plano Nacional de Integração da Inteligência Artificial na Advocacia (PNIAA) e servirá para fundamentar a criação de diretrizes nacionais para o uso ético, seguro e responsável da tecnologia na profissão.
A pesquisa utiliza uma metodologia científica reconhecida internacionalmente e será dividida em duas etapas principais. A primeira será a coleta de dados por meio do envio de um questionário eletrônico para advogados e advogadas de todas as regiões do país, por meio dos e-mails cadastrados na Ordem.
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Em seguida, parte dos participantes será convidada para uma deliberação nacional online. Nesta fase, eles discutirão o tema com especialistas brasileiros e estrangeiros, utilizando a metodologia do laboratório de Stanford.
Os profissionais selecionados e que participarem da etapa de deliberação receberão um certificado internacional emitido pela universidade estadunidense, reforçando o caráter acadêmico e global da iniciativa.
Com esse projeto, a OAB busca subsidiar a formulação de políticas públicas institucionais voltadas à transformação digital, fortalecer a governança institucional e a inovação no setor jurídico, e conciliar o avanço tecnológico com a defesa das prerrogativas profissionais, a ética e a segurança jurídica.

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