8 de janeiro

8/1: inquérito de improbidade administrativa contra Ibaneis é arquivado

Com parecer, Ibaneis não será responsabilizado pelo crime de improbidade administrativa. Outros nomes faziam parte do inquérito, como o ex-ministro da Justiça Anderson Torres

Além do chefe do Executivo local, no inquérito consta outros investigados que faziam parte da cúpula da segurança do DF -  (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A.Press)
Além do chefe do Executivo local, no inquérito consta outros investigados que faziam parte da cúpula da segurança do DF - (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A.Press)
postado em 01/02/2024 12:28 / atualizado em 01/02/2024 21:43

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar a investigação por ato de improbidade administrativa contra o governador Ibaneis Rocha (MDB). O inquérito civil faz parte das investigações dos atos de 8 de janeiro do ano passado.

Além do chefe do Executivo local, no inquérito consta outros investigados que faziam parte da cúpula da segurança do DF, como o ex-secretário e ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o ex-número 2 da Secretaria de Segurança Pública (SSP) Fernando de Sousa Oliveira; e a a ex-subsecretária de Inteligência da SSP Marília Alencar.

O ex-comandante do Departamento de Operações (DOP) da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) coronel Jorge Eduardo Naime; e os ex-comandantes-gerais da PM Klepter Rosa e Fábio Augusto Vieira também constavam como investigados neste inquérito, agora arquivado.

Segundo o MPF, o inquérito foi instaurado para apurar possíveis ações e omissões de autoridades públicas públicos que possam ter contribuído com o 8 de Janeiro. No entanto, não foram encontrados condutas que possam ser enquadras como dolosa, nem elementos probatórios de ação intencional dos investigados.

No novo texto da Lei de Improbidade Administrativa, ela só pode ser aplicada em casos em que há intenção. Com isso, as decisões foram reemitidas para homologação na 5ª CCR - 5ª Câmara de Coordenação e Revisão.

Inquérito

O MPF indiciava que arquivaria o inquérito desde o segundo semestre do ano passado. Na ocasião, a reportagem mostrou que faltava ouvir Naime e Torres para a conclusão da investigação.

À época, Torres estava preso – Naime permanece detido. Sem o surgimento de novas informações, o procurador Henrique Martins Lima decidiu arquivar o inquérito.

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