
A nova pirâmide nutricional dos Estados Unidos, divulgada no último dia 7, foi um dos temas abordados com a nutricionista Rayane Marques durante o CB.Saúde — parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília — desta quinta-feira (15/1). A nova diretriz alimentar norte-americana recomenda maior consumo de proteínas e redução de processados.
“O consumo de farináceos e carboidratos eram os alimentos mais indicados nas outras pirâmides”, lembrou. Mas a mudança aconteceu devido ao aumento dos casos de obesidade nos EUA — no Brasil, um relatório global apontou que um a cada três brasileiros são obesos. “Há um aumento alarmante no país norte-americano, que é muito conhecido pelo consumo de ultraprocessados. Esses dados são concretos, o que levou a essa mudança muito coerente”, acrescentou.
Às jornalistas Carmen Souza e Sibele Negromonte, a nutricionista também abordou que o consumo de proteínas deve ser feito de forma adequada. Essa macromolécula, ela explicou, é o principal substrato de formação dos músculos, responsável pela sustentação do esqueleto humano.
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“A hipertrofia é muito importante para a sustentação do nosso corpo. Eles (músculos) estão ligados com todo o nosso corpo e, a longo prazo, também possuem relação na prevenção de doenças neurodegenerativas.”
Apesar da nova recomendação do aumento no consumo de proteínas, a nutricionista comenta que todo excesso faz mal. “Até beber água de forma excessiva pode fazer mal. Hoje, indicamos um grama de proteína por cada quilo de peso da pessoa por dia. As recomendações variam de acordo com a idade da pessoa e a rotina”, explicou. Ela afirma que, quanto mais velha ou mais ativa a pessoa é, mais o consumo de proteína deve aumentar.
Assista à entrevista completa:
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