LUTO

Escola de Rodrigo Castanheira lamenta falecimento: "História marcada por afeto"

Em nota oficial, instituição manifesta luto pela perda do estudante, faz apelo contra sentimentos de vingança e afirma que a "justiça pertence a Deus"

A nota descreve que Rodrigo deixa uma história marcada por afeto e memórias que permanecerão vivas na comunidade -  (crédito: Divulgação / Colégio Vitória Régia)
A nota descreve que Rodrigo deixa uma história marcada por afeto e memórias que permanecerão vivas na comunidade - (crédito: Divulgação / Colégio Vitória Régia)

O Colégio Vitória Régia, instituição de ensino onde o jovem Rodrigo Castanheira estudava, publicou uma nota de profundo pesar, neste sábado (7/2), a respeito do falecimento do adolescente de 16 anos. A escola cristã manifestou solidariedade e pediu orações para o conforto da família, amigos, colegas, professores e de toda a comunidade escolar.

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O comunicado ressalta a perspectiva religiosa do colégio, afirmando a crença na soberania da vontade de Deus, ainda que esta não coincida com o desejo humano de ter o jovem de volta. Além das condolências, o texto faz um apelo direto ao estado emocional dos envolvidos, pedindo ao Senhor que retire dos corações qualquer sentimento negativo, principalmente, o de vingança.

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“Neste momento de luto, oramos para que Deus conforte o coração da família, dos amigos, colegas, professores e de toda a nossa comunidade escolar. Que o Espírito Santo seja bálsamo, força e paz”, escreveu a instituição.

A nota descreve que Rodrigo deixa uma história marcada por afeto e memórias que permanecerão vivas na comunidade. O comunicado é encerrado com uma mensagem de união em torno da fé e da esperança, citando o trecho bíblico de Salmos 34:18: “O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado”.

“Oramos também para que o Senhor retire de nossos corações qualquer sentimento que não venha d’Ele, inclusive desejos de vingança. A justiça pertence a Deus, e n’Ele confiamos plenamente”, exaltou a escola.

O falecimento do garoto foi confirmado neste sábado, apontado como morte cerebral. Rodrigo foi brutalmente agredido em Vicente Pires, em janeiro, e ficou 16 dias em estado gravíssimo na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Brasília, em Águas Claras.

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postado em 07/02/2026 12:01 / atualizado em 07/02/2026 12:04
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