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Produtores do DF participarão de feira internacional de frutas

Secretário de Agricultura do DF, Rafael Bueno, diz que o objetivo é fomentar o desenvolvimento econômico da produção regional e escoá-la para o exterior

Secretário de Agricultura do DF, Rafael Bueno, é o entrevistado do CB.Agro desta sexta-feira (13/3). Na bancada: Sibele Negromonte e Roberto Fonseca -  (crédito:  Carlos Vieira/CB/D.A press)
Secretário de Agricultura do DF, Rafael Bueno, é o entrevistado do CB.Agro desta sexta-feira (13/3). Na bancada: Sibele Negromonte e Roberto Fonseca - (crédito: Carlos Vieira/CB/D.A press)

Buscando valorizar e aumentar a produção rural do Distrito Federal, a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) levará 15 empreendimentos para a Fruit Attraction São Paulo, uma feira internacional no setor de frutas e hortaliças. De acordo com o secretário de Agricultura do DF, Rafael Bueno, convidado do CB.Agro — parceria entre o Correio e a TV Brasília — desta sexta-feira (13/3), o objetivo é fomentar o desenvolvimento econômico da produção regional por meio de novas oportunidades de exportação.

“Com o aumento da produção e da qualidade dos produtos, é natural buscar mercados que pagam mais. E para acessá-los, a melhor maneira é por meio dessas feiras internacionais”, explicou Bueno aos jornalistas Sibele Negromonte e Roberto Fonseca. Segundo o secretário, a delegação do Distrito Federal já obteve resultados significativos na última edição da Fruit Attraction, com exportações firmadas de mandioca, mirtilo, abacate e fibra de coco. 

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De acordo com Bueno, a exportação em moedas mais valorizadas permite, ainda, que o produtor faça investimentos em propriedades, mão de obra e novas tecnologias, o que aumenta a oferta de produtos tanto para mercados externos, quanto para a oferta local do Distrito Federal. “O aumento da oferta leva a produtos mais frescos, de maior qualidade e mais baratos para o consumidor final”, destacou o entrevistado.

Incertezas

Em cenário diplomático nebuloso com a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, o estreito de Ormuz foi bloqueado, impedindo a chegada de exportações para a Arábia Saudita — um dos principais parceiros comerciais da agricultura regional do DF. Apesar de o bloqueio acender alertas para a exportação de produtos pecuários, o secretário analisa que futuras negociações de fruticultura não devem ser afetadas.

“Os acordos da fruticultura possuem um prazo longo para o início das exportações e exigem adequações de rotulagem e exigências sanitárias do país. E temos a expectativa que nesse prazo, de 7 a 8 meses, a guerra já tenha acabado”, acredita Bueno.

Assista ao programa completo abaixo:

* Estagiário sob a supervisão de Tharsila Prates

 

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postado em 13/03/2026 16:01 / atualizado em 13/03/2026 16:03
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