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Disfunção na face cresce entre adultos em meio a estresse

Fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular (DTM) comenta a melhor forma de tratar os sintomas, que incluem dores na face, zumbido, problemas dentários e dores de cabeça

Rafael Sales, fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular (DTM), é o entrevistado do CB.Saúde desta quinta-feira (19/3) -  (crédito:  Ed Alves/CB/DA Press. Cidades. Rafael Sales*, fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular (DTM), é o entrevistado do CB.Saúde desta quinta-feira. Na bancada: Sibele Negromonte e Ronayre Nunes )
Rafael Sales, fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular (DTM), é o entrevistado do CB.Saúde desta quinta-feira (19/3) - (crédito: Ed Alves/CB/DA Press. Cidades. Rafael Sales*, fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular (DTM), é o entrevistado do CB.Saúde desta quinta-feira. Na bancada: Sibele Negromonte e Ronayre Nunes )

Com crescimento acelerado na população adulta, a disfunção temporomandibular (DTM) é uma doença que atinge a mandíbula em nível articular e muscular. De acordo com o fisioterapeuta especialista em DTM Rafael Sales, convidado do CB.Saúde — parceria entre o Correio e a TV Brasília — desta quinta-feira (19/3), o problema está ligado a hábitos parafuncionais como estresse, postura ruim e falta de sono.

Sintomas da DTM incluem dores na face, zumbido, sensação de bloqueio dos ouvidos, travamentos ao abrir a boca, estalos e dores de cabeça. O fisioterapeuta indica que o conjunto desses sinais pode apontar para a DTM. “É importante buscar um especialista quando os sintomas começarem a afetar o seu dia a dia e darem os primeiros sinais”, disse Sales aos jornalistas Sibele Negromonte e Ronayre Nunes.

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O especialista explica, ainda, que a DTM ocorre de forma multifatorial e pode ser acompanhada de problemas psicológicos, dentários e de audição. Por isso, Sales ressalta que o paciente deve procurar acompanhamento com fisioterapeuta bucomaxilofacial, que trata de alterações da face, mas também com outros especialistas, responsáveis por remediar os sintomas paralelos.

“É comum que um zumbido possa ser tratado com um otorrino ou fonoaudiólogo. Se tiver um desgaste ou quebra de um dente, aí entra o dentista, além de fatores emocionais que devem ser vistos por um psicólogo”, apontou o entrevistado.

Assista à entrevista completa abaixo:

*Estagiário sob a supervisão de Tharsila Prates

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postado em 19/03/2026 16:28
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