Saúde

Vigilância Sanitária apreende mais de 600 kg de pescados no DF

Os produtos foram considerados inadequados para o consumo humano. A ofensiva foi realizada entre 25 de março e 1º de abril

A fiscalização serve como uma barreira contra doenças transmitidas por alimentos -  (crédito: Jhonatan Cantarelle/SES-DF)
A fiscalização serve como uma barreira contra doenças transmitidas por alimentos - (crédito: Jhonatan Cantarelle/SES-DF)

A Operação Semana Santa, coordenada pela Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde (SES-DF), apreendeu 603 kg de pescados considerados inadequados para o consumo humano. A ofensiva, realizada entre os dias 25 de março e 1º de abril, intensificou a fiscalização em estabelecimentos comerciais do Distrito Federal para retirar de circulação produtos que ofereciam riscos à saúde pública, numa época de alta no consumo de pescados.

Ao todo, os auditores realizaram 542 vistorias técnicas em feiras, supermercados e peixarias. O foco central da força-tarefa foi o monitoramento de itens com alta demanda no período pascal, incluindo peixes, camarões, lagostas, polvos e lulas. A prioridade da operação é assegurar que esses alimentos cheguem à mesa da população rigorosamente dentro dos padrões de qualidade e segurança sanitária.

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De acordo com a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé, a procedência é o primeiro filtro de segurança para o cidadão. “Comprem pescados limpos, organizados e em locais devidamente licenciados”, pontua a diretora. Durante as visitas, as equipes verificam minuciosamente as condições de armazenamento, a temperatura de conservação e a documentação que comprove a origem dos produtos.

Além dos aspectos físicos, a operação avalia a infraestrutura dos locais de venda, incluindo a limpeza das bancadas e a manipulação correta pelos funcionários. O rigor técnico visa evitar a contaminação cruzada, garantindo que o investimento do consumidor em itens de maior valor agregado, como crustáceos e cefalópodes, não resulte em intoxicações alimentares.

A fiscalização serve como uma barreira contra doenças transmitidas por alimentos. Olivé alerta para sinais sensoriais que o cliente deve notar no ato da compra, como cheiro forte, carne amolecida ou presença de manchas. 

Para quem opta por produtos congelados e industrializados, a atenção deve ser redobrada quanto ao rótulo. A Vigilância Sanitária reforça que a embalagem precisa conter, obrigatoriamente, registro dos órgãos de fiscalização, lote, nome do fabricante e data de validade visível.

Qualquer irregularidade encontrada pelo cidadão pode ser denunciada aos canais oficiais do Governo do Distrito Federal.

 

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postado em 03/04/2026 14:27
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