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Comandante do CBMDF alerta para áreas de risco de incêndios florestais

Ao CB.Poder, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), coronel Moisés Alves Barcelos, explicou ações tomadas para evitar incêndios em áreas florestais no período de seca. "Não vamos colocar fogo", ele pede

Comandante-geral do CBMDF é o entrevistado do CB.Poder desta terça-feira (26/05) -  (crédito:  Davi Pereira/CB/D.A Press)
Comandante-geral do CBMDF é o entrevistado do CB.Poder desta terça-feira (26/05) - (crédito: Davi Pereira/CB/D.A Press)

Manuela Sá*

Diante da expectativa de uma seca severa neste ano, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), coronel Moisés Alves Barcelos, explicou, nesta terça-feira (26/05), durante entrevista ao CB.Poder  — parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília — que a instituição tem 12 postos avançados distribuídos próximos a áreas de maior risco de incêndios florestais. São elas: Ezechias Heringer, Parque Nacional de Brasília, Flona, Reserva da Marinha e do IBGE, Águas Emendadas e Fazenda Água Limpa da UnB. 

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As organizações de meteorologia alertam para a ocorrência de um “Super El Niño” neste ano, fenômeno climático natural causado por aumento na temperatura das águas superficiais no Oceano Pacífico, responsável por alterar padrões de chuvas e de temperatura em diferentes regiões do planeta. Às jornalistas Adriana Bernardes e Raphaela Peixoto, o coronel detalhou que, por esse motivo, a previsão é de que o DF registre a pior seca em 149 anos, o que implica no aumento do risco de queimadas acidentais, criminosas e naturais.

Para evitar e combater incêndios florestais, o CBMDF realiza a Operação Verde Vivo 2026. A primeira fase foca na prevenção. O comandante disse que os bombeiros vão levar informações às escolas de modo a dar as ferramentas necessárias . Já a prevenção interna dos parques fica a cargo dos órgãos gestores dos parques. “Eles vêm fazendo as queimas prescritas para reduzir material combustível”, afirmou o coronel. 

Barcelos salientou, ainda, a importância de brasilienses adotarem certos cuidados neste período. Segundo o coronel, ano passado, o DF registrou três óbitos em incêndios florestais. “Aquela fogueira que é só para esquentar ou para limpar o terreno pode tirar a vida de uma pessoa. Então, não vamos colocar fogo”, pede.

Assista à íntegra do programa: 

*Estagiária sob supervisão de Patrick Selvatti

 

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postado em 26/05/2026 17:05
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