Saúde

DF registra umidade abaixo de 35%, e tempo seco exige cuidados

Mesmo com um inverno menos rigoroso do que o habitual, a baixa umidade do ar continua exigindo atenção da população

Até o momento, apenas dois dias de julho tiveram umidade inferior a 30% -  (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A.Press)
Até o momento, apenas dois dias de julho tiveram umidade inferior a 30% - (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A.Press)

Brasilienses já começam a sentir os efeitos do período de estiagem, embora a temporada deste ano esteja menos severa do que o esperado. A baixa umidade relativa do ar continua sendo motivo de atenção por causa dos impactos na saúde, como ressecamento da pele, irritação nos olhos, sangramentos no nariz e agravamento de doenças respiratórias.

Nesta segunda-feira (13/7), o DF registrou umidade relativa do ar de 34%. O índice permanece acima do nível de alerta, que é de 30%. Até o momento, apenas dois dias de julho (7 e 12) tiveram umidade inferior a 30%, cenário considerado mais favorável em comparação a outros anos.

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Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Olívio Bahia, o comportamento do clima neste inverno tem sido diferente do padrão observado na região. “O período seco começa a partir de maio e vai até setembro na região central do Brasil. Esse nosso outono e inverno está atípico, não está tão seco como costuma ser. São poucos os dias em que a gente está visualizando ou registrando umidade abaixo, por exemplo, de 20%. Olhando para a vegetação, dá para ver que não está tão seca quanto deveria estar”, explica.

  • Pôr do sol no Lago Paranoá
    Pôr do sol no Lago Paranoá Minervino Júnior/CB/D.A.Press
  • Pôr do sol no Lago Paranoá
    Pôr do sol no Lago Paranoá Minervino Júnior/CB/D.A.Press
  • Pôr do sol no Lago Paranoá
    Pôr do sol no Lago Paranoá Minervino Júnior/CB/D.A.Press

Apesar da umidade mais elevada em relação ao esperado, o especialista ressalta que a população não deve relaxar com os cuidados. “Esses próximos dias devem ficar com umidade em torno dos 30%. As pessoas têm que manter os cuidados redobrados, beber bastante líquido, passar protetor solar, evitar exposição ao sol e evitar fazer caminhadas e exercícios físicos no horário de pico de exposição solar, que é entre 10h e 16h. Então, os próximos dias devem ser de baixa previsibilidade de chuva”, afirma.

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postado em 14/07/2026 04:00
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