ELEIÇÕES 2026

Paula Belmonte defende habitação social e tecnologia contra grilagem

Em sabatina com o setor da construção civil, candidata do PSDB prometeu desburocratização, nova tabela de obras e reformulação da Terracap

Em sabatinas, Paula Belmonte (PSDB) abordou o déficit de 104 mil moradias e defendeu o planejamento urbano focado em serviços básicos -  (crédito: Luís Tajes/Comunicação Paula Belmonte)
Em sabatinas, Paula Belmonte (PSDB) abordou o déficit de 104 mil moradias e defendeu o planejamento urbano focado em serviços básicos - (crédito: Luís Tajes/Comunicação Paula Belmonte)

Durante sabatinas promovidas pela Associação Brasiliense de Construção (Asbraco) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) nesta terça-feira (15), Paula Belmonte (PSDB) apresentou propostas focadas em desenvolvimento econômico, regularização fundiária e fortalecimento do setor produtivo. A candidata ao GDF defendeu o planejamento urbano, o combate à grilagem e a desburocratização estatal como eixos centrais de sua plataforma.

Ao analisar o cenário habitacional do DF, a postulante comparou o déficit estimado em 104 mil moradias ao volume de entregas recentes, restrito a cerca de 3 mil unidades. Para reverter essa defasagem e garantir dignidade à população, a tucana destacou a prioridade do setor imobiliário social em sua eventual gestão.

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“No nosso governo, esse é o momento mais esperado, que é a oferta de habitação, oferta de habitação social para que as pessoas tenham o seu lugar aonde morar, ter seu endereço, poder construir a sua família”, pontuou Paula ao promover a ampliação de moradias populares.

Sobre o ordenamento territorial, a candidata enfatizou a importância de combater as ocupações informais por meio do direcionamento preventivo dos cidadãos para áreas estruturadas, evitando longas esperas por serviços públicos essenciais.

“Precisamos orientar as pessoas e, ao mesmo tempo, oferecer alternativas. É muito melhor ter acesso a uma área regular, planejada, com saneamento, escola e hospital, do que ocupar uma área irregular e passar 20 anos esperando pela casa própria e pelos serviços públicos”, afirmou.

A candidata acrescentou que a fiscalização contra o parcelamento ilegal do solo deve atuar no momento inicial das invasões, impedindo o avanço de construções clandestinas por meio de inovação no monitoramento do território. “Não é que a gente queira derrubar, a gente não vai deixar nem iniciar. E para isso a gente precisa trazer tecnologia”.

Reconhecendo a importância da construção civil para a geração de empregos e renda na capital, a candidata se comprometeu a criar uma tabela de construção específica para o DF, argumentando que as referências atuais sofrem com defasagem e demora na atualização.

A tucana defendeu, ainda, a redução da intervenção estatal e a desburocratização da gestão pública, reforçando que a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) deve atuar como uma verdadeira parceira da sociedade e do setor produtivo.

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postado em 15/09/2026 15:05
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