
Em agenda de campanha realizada nesta segunda-feira (28/9), Ricardo Cappelli (PSB) embarcou no metrô em Ceilândia às 5h com destino à Rodoviária do Plano Piloto, ouvindo passageiros sobre os gargalos do transporte público. Durante o trajeto e nas ações de panfletagem na rodoviária e na Avenida Hélio Prates, em Taguatinga, o candidato ao GDF detalhou metas do seu plano de governo e destacou que a gestão do transporte coletivo precisa ser orientada diretamente pelas demandas dos usuários.
Para enfrentar os problemas da mobilidade urbana, o postulante apresentou o programa “No Máximo Até Uma Hora”, voltado à redução do tempo de deslocamento entre as regiões administrativas e o centro da capital. Ao diagnosticar a rotina enfrentada diariamente pelos trabalhadores, o representante do PSB apontou a urgência de respostas do poder público para o setor.
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“A população está pedindo socorro no transporte. Ameaça de greve dos ônibus, metrô quebrando toda semana e as pessoas passando quatro, cinco horas por dia no transporte.”, afirmou Cappelli.
A estratégia da proposta para reestruturar o sistema viário engloba a expansão das linhas de BRT e investimentos na malha metroviária do DF, combinados com um modelo de integração direta entre as cidades. “Nós vamos ampliar ônibus expressos em faixa exclusiva da rodoviária de cada cidade para a Rodoviária do Plano, ampliar o BRT e ampliar o metrô.”, declarou.
Além da mobilidade urbana, a saúde pública esteve no centro das agendas de panfletagem do candidato. O representante do PSB reforçou a implementação do programa “Fila Zero”, projetado para zerar a espera por consultas, exames e intervenções cirúrgicas na rede pública do Distrito Federal.
Com o dado de que mais de 30 mil pessoas aguardam atualmente por procedimentos cirúrgicos no DF, o concorrente assumiu o compromisso de iniciar, na primeira semana de um eventual mandato, os trâmites para a realização de concursos públicos e contratação imediata de médicos e enfermeiros.
Ao criticar a priorização de investimentos focados apenas na construção de infraestrutura física sem o devido provimento de pessoal, o postulante defendeu a recomposição das equipes médicas na rede de saúde pública. “Não adianta ter obra, ter hospital, ter UPA e não ter médico lá dentro. Nós vamos enfrentar isso.”, disse o candidato.
Cidades DF
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