
Eleitores enfrentaram longas filas para votar em uma escola da 113 Norte, neste domingo (4/10). O local estava cheio, com filas que davam voltas pelos corredores. Alguns eleitores relataram esperar entre 50 minutos e uma hora e meia para chegar à urna.
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A empresária Maria Cristina Fonseca Mesquita, de 45 anos, aguardava havia cerca de uma hora e meia. Para ela, o tempo de espera poderia ser reduzido com uma melhor organização do processo de identificação dos eleitores.
“Eu observo que, tendo apenas uma urna por sala, ela fica muitos segundos desocupada entre uma pessoa ser chamada e outra. Não entendo exatamente qual é o processo, mas, se os mesários conseguissem otimizar essa identificação, o tempo de espera seria menor”, avaliou.
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Apesar da demora, Maria Cristina afirmou que a fila não a desestimula a votar. Ela disse que espera de seu candidato(a) a continuidade das políticas públicas e a garantia dos direitos individuais, além da preservação da soberania brasileira.
A técnica em radiologia Jocelane Pereira, de 52 anos, enfrentou uma espera de aproximadamente uma hora e cinco minutos. Na avaliação dela, o movimento pode estar relacionado à concentração de eleitores em determinados horários, especialmente pela manhã, quando as temperaturas costumam ser mais amenas.
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Mesmo com a demora, Jocelane disse que mantém a esperança de que o resultado das eleições contribua para melhorias no país. Para ela, o próximo governo deve demonstrar sensibilidade e compaixão com a população, independentemente de quem seja eleito.
Já o universitário Pedro Santos, de 18 anos, que votava pela primeira vez, considerou a espera longa, mas tolerável. Ele foi votar junto com a mãe, Débora Santos, que transferiu o título eleitoral para a escola da 113 Norte, para acompanhar o filho.
Os dois disseram que escolheram seu candidato porque querem mudança para o país. “Somos de direita e queremos mudar o cenário atual do país. A situação está difícil. A sequência de governos que o Brasil vem tendo, inclusive desde antes de eu nascer, torna complicado continuar persistindo”, afirmou
Apesar das filas, o colégio eleitoral estava limpo, sem santinhos espalhados pelo chão.
Cidades DF
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