
A professora universitária e diretora-presidente do Conselho Regional de Farmácia do Distrito Federal (CRF-DF), Anna Maly Eduardo, falou ao CB.Saúde — parceria do Correio com a TV Brasília — desta quinta-feira (22/10) sobre as mudanças na atuação do profissional da farmácia pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF).
Segundo ela, além da venda de medicamentos, as farmácias e drogarias têm ampliado a atuação na promoção da saúde e na prevenção de doenças. Exames rápidos, como os de glicemia e colesterol, testes de gravidez e dengue, aplicação de vacinas e administração de medicamentos injetáveis estão entre os serviços que podem ser oferecidos nesses estabelecimentos.
Fique por dentro das notícias que importam para você!
“Uma vez que o farmacêutico percebe que a glicemia está alterada, acima dos valores de referência, ele vai encaminhar esse paciente para o serviço de saúde. Mas o acompanhamento do farmacêutico não termina ali, pois, em muitos casos, percebe-se que já se criou um laço de fidelidade e confiança entre o farmacêutico e o paciente”, explicou Anna Maly.
Ela disse que, após um diagnóstico de diabetes, por exemplo, o paciente pode continuar frequentando a farmácia para receber orientações relacionadas ao tratamento medicamentoso.
“Se esse paciente for diagnosticado com diabetes, ele tende a voltar à drogaria e continuar o acompanhamento com o farmacêutico, que a gente chama de acompanhamento farmacoterapêutico, durante todo o tratamento medicamentoso dele”, completou.
Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF