
Na última sexta-feira (13/3) foi “comemorado” o Dia Mundial do Sono, data que tem como objetivo reforçar às pessoas como o descanso profundo está ligado à saúde do corpo. Um dos principais pontos para se ter uma boa noite para recarregar as energias é a própria cama, que dependendo da qualidade do colchão, pode influenciar diretamente na qualidade do descanso.
A escolha do colchão é individual e deve proporcionar conforto, adaptando-se ao peso e às preferências de cada pessoa. Por isso, é crucial adotar medidas de higiene do sono, como evitar telas uma hora antes de dormir e cafeína após as 14h. Também é recomendado evitar refeições pesadas antes de deitar e estabelecer um ritual relaxante meia hora antes do sono.
A neurologista do Hospital Sírio Libanês em Brasíla Luciana Barbosa alerta para o uso de colchões muito duros. “É preciso ter cuidado para que o corpo da pessoa não seja “deformado” pelo próprio colchão, que pode pressionar quadril e ombros para cima, trazendo desconforto”, explica.
Ela informa também que os colchões de mola tendem a se adaptar melhor ao peso, inclusive de pessoas diferentes que dormem na mesma cama, como casais. Outra questão importante são a adaptação ergonômica do colchão e a altura do travesseiro, fatores essenciais para manter a coluna cervical alinhada, prevenindo dores noturnas e matinais.
Outro alerta do especialista é que colchões são itens com tempo de vida útil limitada. O ideal é trocá-los após um período médio de 10 anos de uso.
*Estagiário sob supervisão de Paulo Leite
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