
Andressa Urach abriu o ano de 2026 no centro de uma nova e pesada controvérsia. A modelo anunciou a gravação de um vídeo de conteúdo adulto com seu filho mais velho, Arthur Urach, de 20 anos.
O assunto rapidamente se tornou um dos mais comentados da internet, trazendo à tona novamente o debate sobre o incesto, termo que define relações sexuais entre parentes de primeiro grau.
Esta não é a primeira vez que a ex-Fazenda aposta em parcerias familiares.
Durante o ano passado, ela já havia causado espanto ao incluir o pai, Carlos Urach, e a irmã, Pamela Urach, em seus projetos, embora naquelas ocasiões não houvesse interação direta entre os familiares nas cenas.
O que diz a legislação
Diante da repercussão, surgiu o questionamento sobre a legalidade da prática. No ordenamento jurídico brasileiro, o incesto não aparece como um crime específico dentro do Código Penal.
Na prática, isso significa que, quando a relação ocorre entre adultos e de forma consensual, o Estado não intervém criminalmente.
É exatamente nessa brecha legal que a influenciadora se apoia. Através de suas redes sociais, Andressa rebateu as críticas afirmando que tudo ocorre dentro das normas vigentes: “Aqui só existe consentimento, maioridade e legalidade”.
A equipe jurídica da modelo também se manifestou sobre o caso em uma nota oficial publicada na web, reforçando a legalidade do conteúdo.
Segundo o esclarecimento profissional, trata-se de um "Incesto entre pessoas maiores de idade, plenamente capazes e que atuem mediante consentimento mútuo".
Andressa Urach reage às críticas
Diante do volume de ataques e comentários, Andressa Urach decidiu reagir. Em publicações marcadas por símbolos religiosos, ela rejeitou as críticas e mandou recado ao público conservador.
"Eu escancaro o que muitos vivem em silêncio e julgam em público. Sim, eu gosto de quebrar paradigmas. Porque o desconforto revela verdades que o falso moralismo tenta esconder", iniciou ela.
"Me chamem de Santa Imola. A pecadora que não suporta hipocrisia. A história sempre se repete: a sociedade apedreja quem assume seus pecados, mas aplaude quem os esconde atrás de uma máscara de 'bom moço'", continuou ela.
"Eu aceito ser a vilã da narrativa. Porque, muitas vezes, os verdadeiros vilões são os que destilam ódio em nome da moral, quando alguém ultrapassa os limites do conservadorismo seletivo. Sou livre para ser quem eu quiser ser: dentro da lei, pagando meus impostos, trabalhando honestamente", finalizou.

Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais