
O influenciador Lucas Veloso Borbas se manifestou publicamente nesta quinta-feira (16) após ser alvo de críticas nas redes sociais.
O motivo foi a revelação de que ele iniciou um novo relacionamento cerca de três meses após a morte de sua ex-esposa, Isabel Veloso.
Por meio dos stories no Instagram, Lucas publicou um longo desabafo ao som da música idfc, do artista blackbear.
No texto, ele rebateu os julgamentos e refletiu sobre o processo de luto, afirmando que não existe um tempo padrão para lidar com a perda.
"Muita gente está me julgando porque se passaram três meses. Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro? Desde quando existe um prazo universal para o luto? Há quem leve anos. Há quem precise de meses E há quem comece a viver esse luto muito antes da despedida final, como foi comigo", iniciou.
Na sequência, ele detalhou o período em que acompanhou a doença da ex-companheira, destacando o sofrimento vivido antes mesmo da perda. "Eu vivi a dor da perda antes mesmo do último adeus. Vivi o medo, a impotência, o sofrimento, as noites sem dormir e a dor de ver quem eu amava lutar todos os dias".
Lucas também ressaltou sua presença constante ao lado da ex-esposa durante o tratamento. "Eu honrei minha esposa do começo ao fim. Estive presente quando muitos não suportariam estar. Nos hospitais, nas consultas, nas crises, nas madrugadas difíceis e em cada batalha que a doença trouxe".
Ao longo do relato, ele reforçou que cumpriu seu papel como parceiro até o último momento.
"Eu não abandonei quando ficou difícil. Não virei as costas. Não falhei com ela. Fui marido, companheiro, cuidador e apoio até o último instante. E só eu sei das promessas que ela me pediu para cumprir. Só eu sei das conversas que tivemos longe das câmeras. Só eu sei quantas vezes ouvi dela: 'Seja feliz. Continue vivendo. Faça isso por você e pelo nosso filho'".
Por fim, o influenciador criticou os julgamentos baseados no tempo decorrido desde a perda e defendeu seu direito de seguir em frente.
"Então ninguém tem o direito de reduzir minha história a um julgamento baseado em calendário. Seguir em frente não é traição. Não é esquecimento. Não é falta de amor. É honrar também os últimos desejos de quem partiu. Se três meses para alguns é pouco, respeito. Mas o meu tempo de luto pertence a mim, não à opinião de quem nunca viveu o que vivi", concluiu.

Mariana Morais
Mariana Morais
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Mariana Morais
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