
Andressa Urach contou nesta quarta-feira (20) que decidiu retomar o casamento com Flávio Giglioli após um período de separação marcado por conflitos e instabilidade emocional.
Ao falar sobre o assunto, a influenciadora revelou que o rompimento aconteceu durante um episódio de mania, quadro associado ao Transtorno Bipolar, condição da qual ela possui diagnóstico.
Em entrevista ao Portal LeoDias, Andressa afirmou que está buscando acompanhamento profissional para compreender melhor o que vem enfrentando nas últimas semanas.
“Nas últimas semanas, eu tive um episódio de mania. Estou buscando ajuda, fazendo acompanhamento psicológico e tentando entender melhor tudo o que está acontecendo comigo”, disse ao portal LeoDias.
A influenciadora também relatou que a crise provocou reações intensas durante uma discussão no relacionamento.
“Em meio à dor das emoções, acabei quebrando apartamento, o carro, por causa de mentira, mas escolhi perdoar”, disse.
Apesar do período turbulento, Andressa afirmou que ela e o marido decidiram recomeçar a relação e continuar trabalhando juntos.
Bipolaridade: o que é e quais são seus sintomas
O episódio voltou a chamar atenção para as características do Transtorno Bipolar, condição psiquiátrica marcada por alterações intensas de humor, comportamento e níveis de energia.
Uma das fases mais conhecidas da doença é a mania, estado que pode provocar euforia exagerada, aumento da disposição, fala acelerada, pensamentos agitados e impulsividade.
Durante crises maníacas, algumas pessoas também apresentam redução da necessidade de sono, atitudes de risco, gastos impulsivos e irritabilidade intensa.
Em situações mais graves, podem surgir sintomas psicóticos, como delírios e alucinações.
Além da mania, o transtorno costuma incluir episódios depressivos, caracterizados por tristeza profunda, desânimo persistente, fadiga, perda de interesse em atividades do cotidiano e mudanças no apetite e no sono.
Há ainda casos de hipomania, considerada uma manifestação mais leve da mania.
Os sintomas variam de acordo com cada paciente, tanto em intensidade quanto em frequência.
O diagnóstico deve ser realizado por um psiquiatra, e o tratamento normalmente envolve acompanhamento psicológico e uso de medicamentos estabilizadores de humor.

Mariana Morais
Mariana Morais
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