
Enquanto o debate sobre relações não monogâmicas cresce nas redes sociais, Igor Rickli e Aline Wirley seguem entre os casais famosos que mais falam publicamente sobre o assunto.
Juntos há 16 anos, os artistas costumam abordar com naturalidade a escolha por um relacionamento aberto e defendem que a dinâmica entre eles é construída a partir de diálogo, liberdade e sinceridade.
Em entrevista ao portal Gshow, Igor comentou a resistência que ainda existe em torno desse tipo de relação e afirmou que muitas pessoas enxergam o modelo de forma equivocada.
Para o ator, a experiência tem ligação direta com autenticidade e conexão pessoal.
“Acredito que o prazer está na autenticidade. Quando você se permite viver sua verdade, sem repressão e julgamento, existe uma expansão. E isso, para mim, é espiritual também”, afirmou.
Segundo o artista, a decisão de abrir o casamento surgiu justamente da intenção de evitar relações sustentadas por mentiras ou traições escondidas.
Em vez disso, ele e Aline optaram por construir acordos transparentes, nos quais desejos, inseguranças e limites podem ser discutidos abertamente.
Para o casal, fidelidade não está necessariamente associada à exclusividade física, mas sim ao compromisso firmado entre os dois e ao respeito pelos combinados estabelecidos ao longo da relação.
“A gente vive uma relação baseada em diálogo, consciência e liberdade. Mais do que rótulos, o que existe é verdade entre nós. A forma que encontramos é aquela que respeita quem somos hoje, e isso pode sempre evoluir”, declarou Igor durante a conversa.
Outro aspecto citado pelo casal ao falar sobre o relacionamento é a bissexualidade. Tanto Igor quanto Aline já abordaram publicamente o tema e afirmam que essa vivência fortalece a compreensão mútua dentro da relação.
Apesar da dinâmica aberta, o ator contou que o ciúme continua fazendo parte da experiência amorosa.
“Lógico! Quando a gente ama, a gente cuida, não quer perder. Ciúme é humano! O que muda é como você lida com ele. Aqui, a gente prefere olhar para dentro e entender o que aquilo revela. Em vez de projetar insegurança no outro”, explicou.

Mariana Morais
Mariana Morais
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