SAÚDE

Primeiros sinais da doença sem cura que afeta Claudia Rodrigues

Atriz recebeu o diagnóstico em 2000, e desde então, vem lutando contra a evolução da esclerose múltipla

Claudia Rodrigues reapareceu nas redes sociais mostrando parte do tratamento que mantém contra a esclerose múltipla, condição neurológica diagnosticada nela há 25 anos.

Fora da televisão desde 2014, a atriz, hoje com 56 anos, vive em Curitiba ao lado da esposa, a assessora Adriane Bonato, e segue dedicada a um acompanhamento intensivo voltado à reabilitação física e cognitiva.

A artista realiza sessões frequentes em um centro especializado em neurologia com o objetivo de preservar movimentos, coordenação motora e capacidades cognitivas afetadas pela doença.

A esclerose múltipla é considerada uma enfermidade autoimune e atinge diretamente o sistema nervoso central, comprometendo funções importantes do organismo ao longo do tempo.

Mas o que caracteriza a doença enfrentada pela atriz?

A esclerose múltipla surge quando o sistema imunológico passa a atacar estruturas do próprio corpo, especialmente a mielina, camada responsável por revestir e proteger os nervos.

Com essa proteção comprometida, a comunicação entre cérebro, medula espinhal e restante do organismo sofre falhas, provocando sintomas neurológicos variados.

Primeiros sinais de alerta

Os primeiros sinais costumam aparecer de maneira gradual e, muitas vezes, podem ser confundidos com outros problemas de saúde.

Entre as manifestações mais frequentes estão visão embaçada, sensação de choque ou formigamento, dormência, cansaço excessivo e perda de força muscular.

Também são comuns episódios de tontura, desequilíbrio e dificuldade para executar movimentos coordenados.

Dependendo da evolução do quadro, o paciente ainda pode apresentar rigidez muscular, dores persistentes e alterações cognitivas relacionadas à memória, concentração e raciocínio.

Tratamento

Apesar de não haver cura definitiva, a medicina avançou significativamente no controle da doença.

Atualmente, os tratamentos utilizam medicamentos capazes de reduzir a atividade inflamatória do sistema imunológico, diminuir a ocorrência de surtos e retardar o avanço da condição.

Além das terapias medicamentosas, muitos pacientes mantêm uma rotina multidisciplinar com fisioterapia, exercícios adaptados, terapia ocupacional e acompanhamento psicológico para preservar a autonomia e melhorar a qualidade de vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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