
O mistério envolvendo um suposto OVNI registrado no Paraná continua mobilizando as redes sociais e gerando novos desdobramentos.
Desta vez, um vídeo divulgado pela influenciadora Ana Woycick passou a circular entre os internautas por mostrar o objeto de um ângulo diferente daquele apresentado originalmente por Mayk Leão. Até o momento, porém, a autenticidade das imagens não foi confirmada.
O assunto ganhou proporções gigantescas após os relatos compartilhados por Mayk, morador de uma chácara localizada na zona rural de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba.
Em apenas três dias, o criador de conteúdo viu sua popularidade explodir na internet, acumulando cerca de 1,4 milhão de novos seguidores impulsionados pela curiosidade em torno do caso.
A repercussão também refletiu diretamente em uma campanha de arrecadação criada pelo influenciador.
Lançada na última segunda-feira (1º), a vaquinha virtual destinada a ajudar nos custos com os animais mantidos na propriedade já ultrapassa os R$ 67 mil em doações.
Enquanto o debate sobre a origem das luzes continua dividindo opiniões, Mayk segue relatando detalhes do episódio que afirma ter vivido.
Segundo ele, os primeiros sinais de que algo estava errado surgiram ainda durante o dia, quando percebeu um comportamento incomum entre os animais da chácara.
Temendo a presença de algum predador na região, ele decidiu investigar o que estava acontecendo utilizando um arco e flechas que mantém na residência.
"Eu desci ver o que tava acontecendo, ver se era uma onça, um bicho, um animal selvagem. Os animais estavam correndo pelo terreno. Eu desci e pensei que devia ser alguém passando na estrada. Retornei pra casa normal", disse ele.
Além das mudanças provocadas pela fama repentina, o influenciador afirma que ainda enfrenta consequências emocionais relacionadas ao episódio.
Em entrevista ao g1, contou que tem dificuldade para dormir desde o ocorrido e atribui parte desse desconforto tanto à repercussão do caso quanto às lembranças dos sons que afirma ter ouvido próximo à área de mata da propriedade.
"Hoje eu tô bem mais calmo, mas não tô conseguindo dormir bem ainda. Já tô há dois dias sem dormir. Primeiro, por tantas pessoas entrando em contato e também pelo medo de dormir.
Minha mente tá muito [impressionada] com os sons que eu escutei, o barulho daquela comunicação que eu escutei na mata. Os estalos. Parece que isso está na minha cabeça. É como se eu tivesse recebido algo, não escutado. Algo que veio", disse ele.

Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
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