
A internação da atriz Carolina Dieckmann por conta de uma pielonefrite trouxe visibilidade a uma condição de saúde que pode evoluir rapidamente quando não identificada a tempo.
Ao compartilhar sua experiência, a artista explicou que o problema começou a partir de uma infecção urinária silenciosa, sem manifestações que indicassem a necessidade de buscar atendimento médico nos primeiros dias.
A ausência de sintomas acabou retardando a descoberta da infecção. Quando os primeiros sinais apareceram, o quadro já estava avançado e exigiu cuidados imediatos.
Carolina relatou que houve preocupação médica com possíveis complicações, entre elas a sepse, quadro grave provocado pela disseminação da infecção pelo organismo.
Conhecida como uma das formas mais sérias de infecção urinária, a pielonefrite ocorre quando bactérias alcançam os rins, geralmente após se deslocarem pelo trato urinário a partir da bexiga.
Por afetar diretamente esses órgãos, a doença demanda diagnóstico e tratamento rápidos para evitar danos mais severos.
Quais os primeiros sinais?
Os sintomas podem incluir febre elevada, calafrios, dores na região das costas, especialmente próximas aos rins, além de mal-estar, enjoos, vômitos e alterações urinárias, como ardência ao urinar e necessidade frequente de ir ao banheiro.
Entretanto, nem todos os pacientes apresentam sinais evidentes no início da infecção, o que pode dificultar a identificação precoce do problema.
Para confirmar o diagnóstico, os médicos costumam recorrer principalmente a exames de urina.
Dependendo da evolução da doença e da condição clínica do paciente, também podem ser solicitados exames de sangue e métodos de imagem para verificar se houve comprometimento dos rins.
Como é feito o tratamento?
O tratamento é baseado, na maioria das vezes, no uso de antibióticos associados à hidratação adequada e ao acompanhamento médico. Em situações mais delicadas, a internação pode ser necessária para garantir observação contínua e administração de medicamentos diretamente na veia.
Profissionais de saúde reforçam que negligenciar os sintomas ou adiar o tratamento aumenta o risco de complicações importantes.
Além de causar lesões permanentes nos rins, a infecção pode se espalhar pelo corpo e desencadear uma sepse, considerada uma emergência médica e potencialmente fatal.

Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
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