
Thalita Tavares Caturelli Passoni, que ficou conhecida pela atuação como apresentadora do Globo Esporte Tocantins e comentarista da rádio CBN Tocantins, morreu aos 46 anos em Santa Catarina, estado onde vivia com a família.
Natural de Ribeirão Preto (SP), a jornalista construiu sua trajetória profissional ligada ao esporte. A carreira em Palmas começou em 2007, quando passou a acompanhar campeonatos amadores e competições de categorias regionais. Entre os colegas de redação, era chamada carinhosamente de “Japinha”.
Thalita permaneceu no Tocantins até 2013, quando decidiu deixar o estado e se mudou para Maceió. Anos depois, passou a se dedicar também a um projeto voltado ao autismo.
Ela foi fundadora e idealizadora do Espaço Júnior, Centro Especializado em Autismo que recebeu o nome em homenagem ao filho da jornalista.
A instituição publicou uma mensagem de despedida nas redes sociais após a confirmação da morte.
"Quem conviveu com ela sabe da força que ela era. Uma mulher de energia rara, que não passava despercebida em lugar nenhum, e que foi exemplo nos mais diferentes sentidos", escreveu a instituição.
A publicação recebeu manifestações de pessoas que conviveram com Thalita ao longo da vida. Entre as mensagens deixadas nos comentários, uma pessoa escreveu: "Ainda sem acreditar. Uma pessoa incrível que guardarei com muito carinho e saudade em meu coração".
Beneficiários do projeto criado pela jornalista também lamentaram a perda. "Que triste. Que Deus conforte todos os familiares e amigos. Nós, como beneficiados por esse projeto lindo, ficamos consternados".
Thalita enfrentava um câncer e morreu durante a madrugada desta quarta-feira em Santa Catarina. Ela deixa um filho de 10 anos.
De acordo com o Espaço Júnior, a própria jornalista havia manifestado o desejo de não ter velório. O sepultamento ocorrerá de maneira reservada, apenas com a presença da família, em Balneário Camboriú (SC), cidade onde ela morava.

Mariana Morais
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