EITA!

Deolane bate de frente com delegado e questiona provas em processo judicial

Mesmo presa, a advogada segue envolvida em trâmites judiciais

Deolane bate de frente com delegado e questiona provas em processo judicial -  (crédito: Reprodução/Instagram)
Deolane bate de frente com delegado e questiona provas em processo judicial - (crédito: Reprodução/Instagram)

Deolane Bezerra apresentou à Justiça uma contestação contra o processo movido pelo delegado Paulo Gustavo Gondim Borba Correia de Souza, da Polícia Civil de Pernambuco. 

No documento, protocolado em 1º de outubro, a influenciadora questiona a consistência das provas apresentadas pelo policial e nega ter ultrapassado os limites da liberdade de expressão. As informações são da colunista Fábia Oliveira

Fique por dentro das notícias que importam para você!

A ação foi aberta após declarações públicas da advogada sobre a atuação do delegado, responsável pelo inquérito da Operação Integration em 2025.

Na ocasião, Deolane o acusou de “abuso de autoridade” e classificou sua prisão como “criminosa e ilegal”. O policial considerou as afirmações caluniosas e solicitou uma indenização de R$ 81 mil por danos morais.

Defesa contesta autenticidade de vídeos

Entre os argumentos apresentados pelos advogados de Deolane está a alegação de que o delegado não comprovou que ela tenha feito as declarações atribuídas a ela.

A defesa aponta a ausência de gravações de entrevistas e de documentos que confirmem o conteúdo relatado no processo.

Os representantes da influenciadora também colocaram em dúvida a integridade dos vídeos anexados aos autos.

Segundo a contestação, os arquivos apresentam sinais de edição, motivo pelo qual foi solicitada uma perícia técnica para verificar sua autenticidade.

Outro ponto levantado diz respeito a uma suposta transmissão ao vivo na qual Deolane teria acusado o delegado de mentir e de enganar a Justiça e o Ministério Público.

Para a defesa, não há comprovação suficiente de que a live tenha ocorrido nos termos descritos pelo autor da ação.

Influenciadora afirma que criticou atuação profissional

Deolane sustenta que suas manifestações tiveram como objetivo questionar a condução do inquérito da Operação Integration, e não atacar pessoalmente o policial.

A defesa argumenta que as críticas estão amparadas pelo direito à liberdade de manifestação do pensamento.

A advogada também afirma que o cargo ocupado por Paulo Gondim o sujeita a questionamentos sobre sua atuação profissional. Nesse contexto, acusou o delegado de tentar silenciá-la por considerá-la “uma desafeta”.

Mesmo que os vídeos sejam considerados autênticos, a influenciadora pediu que a ação seja julgada improcedente. Ela nega ter agido com intenção de ofender a honra do policial.

Pedido de indenização também é questionado

A contestação ainda questiona a existência de danos que justifiquem a compensação financeira solicitada. Segundo Deolane, o delegado não apresentou provas de abalo psicológico ou de prejuízos aos seus direitos em decorrência das declarações.

Em um dos trechos mais contundentes da defesa, a influenciadora afirma que, caso as manifestações tenham causado o impacto emocional alegado, o policial “não poderia exercer o cargo de delegado, que demanda maior fortitude mental”.

O processo tramita na Justiça de Pernambuco e tem como objeto o pedido de indenização por danos morais apresentado pelo delegado. A contestação de Deolane reúne os argumentos da defesa, que busca o encerramento da ação sem condenação da influenciadora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Google Discover Icon
MM
postado em 09/10/2026 10:42
x