
Sol Blanco emocionou seguidores ao compartilhar lembranças dos últimos momentos de vida da irmã, Lua Blanco, que morreu aos 39 anos no domingo (18).
Em uma publicação feita nas redes sociais na terça-feira (20), ela relatou como a atriz lidou com a fase final da doença e destacou a tranquilidade que demonstrou diante da morte.
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A artista, conhecida nacionalmente por interpretar Roberta Messi na versão brasileira de “Rebeldes”, enfrentava um câncer nos últimos meses de vida.
Segundo Sol, a irmã passou por uma transformação durante esse período e conseguiu manter características marcantes de sua personalidade mesmo em meio às dificuldades.
“Ela ficou melhor que nunca, sem o peso do corpo doente, sem o peso da mente que ela lutava contra a vida inteira e podendo cuidar de todos nós ao mesmo tempo do jeito que ela sempre quis”, escreveu.
A irmã também recordou situações que, para ela, demonstravam a maneira como Lua encarava os momentos mais delicados. Mesmo diante do desconforto, a atriz teria preservado o bom humor e a gentileza com as pessoas ao redor.
“A mesma pessoa que se estressava se a carne dela viesse bem passada estava no momento mais desconfortável da vida dela com um sorriso no rosto, sendo a pessoa mais gentil que eu já vi”, relatou.
Em seguida, Sol descreveu como foram as últimas horas da artista e afirmou que ela não demonstrou receio de partir.
“No último dia dela, ela ainda fazia piadas e caretas. Ela estava completamente em paz e não teve medo de morrer”, completou.
Legado de Lua Blanco para a família
Além de recordar os últimos momentos da atriz, Sol destacou as lições que aprendeu com a irmã ao longo da vida. Entre os ensinamentos mencionados estão a importância da fé, da amizade e do cuidado com as pessoas queridas.
“Ela deu aulas de como manter a fé quando parecia impossível. Ela deu aulas de como ser uma boa amiga, de como cuidar de quem ama e manter eles próximos”, afirmou.
Sol também atribuiu à irmã parte de sua mudança de perspectiva sobre saúde mental. Segundo ela, a convivência com Lua contribuiu para desenvolver mais empatia diante das dificuldades emocionais enfrentadas por outras pessoas.
“Eu aprendi a ser mais gentil com as pessoas, a ter compreensão com a saúde mental dos outros e não ser tão duro como se a pessoa tivesse escolha de suas emoções”, declarou.
Sol terminou a homenagem reafirmando a importância da irmã em sua trajetória e expressando a saudade deixada pela perda.
“A Lua segue viva sendo parte de mim e dentro de milhares de outras vidas que ela impactou no caminho. Agradeço por tudo, irmã, você tirou muita, muita onda. Sinto muito orgulho e uma saudade inexplicável”, concluiu.
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Mariana Morais
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