
Monique Evans já foi consagrada como um dos maiores nomes do Carnaval no Brasil. Responsável pela popularização do posto de rainha de bateria, a ex-modelo contou que, na sua época, o termo sequer existia.
"Este lugar era conhecido como madrinha, que era ocupado por uma passista da comunidade, que saía à frente da bateria. Mas não era toda esta coisa de hoje em dia. Não tinha fantasia especial e nem toda esta visibilidade. Quando desfilei, a pessoa vinha ao meu lado e depois de um tempo começaram a me chamar de rainha de bateria", declarou ela, em entrevista ao portal Gshow.
Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais notícias do dia no seu celular
Monique Evans contou que sua estreia na Sapucaí foi por pura diversão e que não imaginou que seria tão impactante. "Cheguei na escola para me divertir achando que sairia em alguma ala. Lá, tiraram umas medidas e no dia seguinte colocaram um negócio com uma peninha na cabeça e me posicionaram à frente da bateria. Meu Deus do céu, nem a letra do samba eu sabia. Foi uma bagunça!", relembrou.
"Parecem todas iguais"
Atualmente, a mãe de Bárbara Evans apontou que, hoje em dia, falta o sex appeal entre as representantes das escolas, e explicou o motivo: "Sei lá, até as mulheres parecem fabricadas. Tomam hormônio, malham e parecem todas iguais. Tem algumas que adoro, que não perderam a essência como a Viviane Araújo, que samba muito! A Sabrina Sato, que é maravilhosa, samba do jeito dela. Isso que é legal, não foi fazer curso", disse.
O post Monique Evans alfineta rainhas de bateria do Carnaval: "Parecem todas iguais" foi publicado primeiro em Observatório dos Famosos.

Diversão e Arte
Diversão e Arte
Diversão e Arte
Diversão e Arte
Diversão e Arte
Diversão e Arte