Música

Feira de CDs chega à segunda edição na Infinu com trocas e discotecagem

Idealizado por Cláudio Bull e Ulisses de Freitas, projeto Vinil é coisa de cringe será realizado neste domingo (31/5), das 12h às 19h

 Ao perceber o que chamaram de “elitização dos discos”, dois aficionados por música decidiram criar um evento que pudesse reverter essa tendência. A feira Vinil é cringe, que chega à segunda edição, resgata o protagonismo do CD, com trocas e discotecagem neste domingo (31/5), das 12h às 19h, na Infinu. A entrada é gratuita.

A feira nasceu para incentivar o desapego e a redescoberta de acervos pessoais, com preços que variam entre R$ 5 e R$ 50. “Queremos criar um espaço onde as pessoas possam garimpar CDs, conversar sobre música, trocar referências, descobrir artistas e sair felizes com uma sacola cheia sem precisar gastar uma fortuna”, diz Ulisses de Freitas, organizador do evento. O título provocativo, segundo ele, é uma brincadeira que carrega críticas ao preço dos vinis.

“O CD tem muitas qualidades que, às vezes, acabam esquecidas nesse retorno do vinil. Ele oferece uma excelente fidelidade sonora, grande durabilidade, praticidade e acesso mais democrático à música física. Muitos discos clássicos dos anos 1980, 1990 e 2000 foram pensados originalmente para o CD, inclusive na dinâmica do som e na própria experiência do encarte”, completa Ulisses. 

A programação inclui discotecagens realizadas com CDs originais, em sets comandados por Cláudio Bull, Ulisses de Freitas, Pedro Brandt e Lua Alencar. Rock alternativo, música eletrônica e vocais femininos dos anos 1990 e 2000 são os eixos do repertório. O evento também reúne expositores de CDs, fanzines e livros, como Ricardo Tubá, Nathan Kocawicz e Oto Livraria.


Serviço


Feira Vinil é coisa de cringe

Neste domingo (31/5), das 12h às 19h, na Infinu. Entrada gratuita.


*Estagiário sob supervisão de Nahima Maciel

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