
A safra brasileira de grãos de 2025 alcançou 346,1 milhões de toneladas e estabeleceu um novo recorde na série histórica iniciada em 1975, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (15/1). Em relação a 2024, a produção cresceu 18,2%. Para 2026, o IBGE estima uma colheita de 339,8 milhões de toneladas, o que representa uma redução de 1,8% ou 6,3 milhões de toneladas frente ao resultado de 2025.
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A soja somou 166,1 milhões de toneladas: o milho chegou a 141,7 milhões, o algodão alcançou 9,9 milhões, o sorgo 5,4 milhões e o café do tipo canephora totalizou 1,3 milhão de toneladas. Esses desempenhos contribuíram para que a produção nacional de grãos mais do que dobrasse em 13 anos, passando de 162,0 milhões de toneladas em 2012 para os atuais 346,1 milhões.
A área colhida em 2025 foi estimada em 81,6 milhões de hectares, crescimento de 3,2% em comparação com 2024. Houve expansão da área plantada de algodão, arroz, soja, milho e sorgo, enquanto feijão e trigo registraram redução.
Regionalmente, o Centro-Oeste concentrou 51,6% da produção nacional em 2025, com 178,7 milhões de toneladas. O Sul respondeu por 24,9% do total, seguido pelo Sudeste, Nordeste e Norte, todos com participações inferiores a 10%. Mato Grosso se manteve como o maior produtor de grãos do país, com 32,0% da safra nacional.
*Estagiário sob a supervisão de Andreia Castro

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