SUMMIT

Anjam Aziz defende manutenção de marco global da propriedade intelectual

Diretor sênior da Pharmaceutical Research and Manufacturers of America (PhRMA) afirma que acordo internacional segue como base para proteção da inovação diante de avanços tecnológicos e novos desafios regulatórios

Anjam Aziz, diretor sênior da PhRMA, defendeu a manutenção do acordo Trips como base para a proteção da propriedade intelectual diante dos avanços tecnológicos e dos novos desafios regulatórios. -  (crédito: Ed Alves/CB/DA. Press)
Anjam Aziz, diretor sênior da PhRMA, defendeu a manutenção do acordo Trips como base para a proteção da propriedade intelectual diante dos avanços tecnológicos e dos novos desafios regulatórios. - (crédito: Ed Alves/CB/DA. Press)

Anjam Aziz, diretor sênior da Pharmaceutical Research and Manufacturers of America (PhRMA), defendeu a manutenção do acordo internacional sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (Trips) como padrão mínimo para a proteção da inovação, especialmente em um cenário marcado por avanços tecnológicos acelerados e novos desafios regulatórios.

Durante sua participação no segundo painel do evento Propriedade Intelectual na Agenda Pública: O que está em jogo para a Saúde?, promovido pelo Correio Braziliense em parceria com a Interfarma nesta segunda-feira (4/5), Aziz enfatizou que o acordo, assinado há cerca de 30 anos, continua sendo uma referência essencial para a governança global da propriedade intelectual.

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“O acordo Trips é a base. No mínimo, precisamos garantir a manutenção desse arcabouço”, afirmou.

Segundo ele, os países estão aprimorando o acordo Trips, de 30 anos, por meio de esforços regionais e bilaterais, o que é necessário para acompanhar tecnologias inovadoras e em rápida evolução. De fato, Aziz acredita que os países devem continuar fortalecendo os marcos de propriedade intelectual para facilitar a inovação do futuro. 

Para o executivo, o Brasil não pode ficar para trás. Enfrentar desafios antigos relacionados à propriedade intelectual, incluindo a implementação de ajustes no prazo de patentes e a proteção regulatória de dados para biofármacos, é fundamental para o sucesso do país na integração com parceiros regionais. 

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Por Wal Lima
postado em 04/05/2026 13:50 / atualizado em 06/05/2026 19:25
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