Futebol

Cruzeiro bate Olimpia, e final da Libertadores Feminina será brasileira

Cabulosas fazem 1 x 0, gol de Marília, e vão enfrentar o Corinthians na grande decisão do próximo sábado (31), em Quito

Cabulosas comemoram gol de Marília, o da classificação sobre o Olimpia -  (crédito: Foto: Gustavo Martins/Cruzeiro)
Cabulosas comemoram gol de Marília, o da classificação sobre o Olimpia - (crédito: Foto: Gustavo Martins/Cruzeiro)

Em sua primeira participação na Libertadores Feminina, o Cruzeiro fez história nesta quarta-feira (30) ao garantir presença na grande final. No estádio Casa Blanca, em Quito, as Cabulosas derrotaram por 1 a 0 e Olimpia, do Paraguai, com gol de Marília.

Assim, o time mineiro se credencia para enfrentar o Corinthians, que busca seu sétimo título de Libertadores na modalidade e o tetra consecutivo. A decisão está marcada para o próximo sábado (31), no Casa Blanca, mas ainda não há confirmação do horário. No mesmo dia, Santa Fe e Olimpia duelam pela terceiro lugar.

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Após três anos, a final do torneio continental será entre representantes do Brasil. A última vez que isso ocorreu foi em 2023, quando o Corinthians levou a melhor sobre o Palmeiras na Colômbia.

O jogo

O confronto começou com a intensidade característica da Libertadores: forte disputa física, muitas faltas e a tradicional postura aguerrida da equipe paraguaia. Em meio a um jogo truncado e com pouco espaço para criação, as equipes encontraram dificuldades para criar oportunidades claras de gol.

O primeiro momento de preocupação ocorreu aos nove minutos, quando Segovia levou a pior em uma dividida ao se chocar com Ana Flávia. A jogadora cruzeirense recebeu cartão amarelo pela entrada, enquanto a atleta do Olimpia precisou de atendimento médico e deixou o campo temporariamente. Após alguns minutos de avaliação, a paraguaia retornou à partida.

Com poucas emoções na etapa inicial, a principal chance de gol surgiu apenas aos 21?. Byanca Brasil aproveitou um cruzamento e testou firme de cabeça, mas a bola passou rente à meta adversária. Depois da jogada, o duelo voltou a ficar concentrado no meio-campo, com excesso de interrupções e pouca criatividade ofensiva.

Na volta do intervalo, o Cruzeiro voltou determinado a resolver o jogo. Assim, aos quatro minutos, abriu o placar. Byanca Brasil carimbou o travessão em cobrança de falta, e Marília, no rebote, tocou de coxa para o fundo da rede. Após o gol, as paraguaias passaram a reclamar bastante com a arbitragem, além de optarem por cometer faltas mais duras. Aos 27?, Villalba derrubou Gisseli para frear contragolpe, recebeu segundo amarelo e foi expulsa.

Os técnicos promoveram substituições a fim de renovar o fôlego de suas equipes em meio a um jogo com quantidade alta de faltas. As paraguaias buscaram o abafa nos minutos finais, mas a goleira Camila Rodrigues fez uma defesa espetacular em cabeceio de Casco aos 44". Assim, a festa no Casa Blanca foi brasileira.


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RJ
postado em 28/10/2026 23:13 / atualizado em 28/10/2026 23:13
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